domingo, 2 de outubro de 2011

Um amor assim eu quero para mimIzabela Ferreira de Santana

Um amor inconfudível...

Um amor irresistível...

Um amor indiscritível...

Um amor indestrutível...

UM AMOR ASSIM EU QUERO PARA MIM...

Um amor que me amasse...

Um amor que me beijasse...

Um amor que me acariciasse...

Um amor que me esperasse...

UM AMOR ASSIM EU QUERO PARA MIM...

Um amor com profundeza...

Um amor com realeza...
Um amor com beleza...

Um AMOR com certeza...

UM AMOR ASSIM EU QUERO PARA MIM...

Um amor companheiro...

Um amor verdadeiro...

Um amor por inteiro...

que me acerte em cheio...

UM AMOR ASSIM EU QUERO PARA MIM...

Um amor que tenha sinceridade...

Um amor que tenha realidade...

Um amor que tenha lealdade...

Um amor que tenha LIBERDADE...

UM AMOR ASSIM EU QUERO PARA MIM...
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Mulheres  maravilhosas
Nada mais contraditório que ser mulher...
Mulher que pensa com o coração, age pela
emoção e vence pelo amor.
Que vive milhões de emoções num só dia
e transmite cada uma delas num único olhar.
Que cobra de si a perfeição e vive arrumando
desculpas para os erros  daqueles a quem ama.
Que hospeda no ventre outras almas, dá a luz e
depois fica cega, diante da beleza dos filhos que gerou.
Que dá as asas, ensina a voar mas não quer ver
partir os pássaros, mesmo sabendo que eles não
lhe pertencem.
Que se enfeita toda e perfuma o leito,ainda que
seu amor nem perceba mais esses detalhes.
Que como uma feiticeira transforma em luz e
sorriso as dores que sente na alma, só para ninguém notar.
E ainda tem que ser forte, pra dar os ombros para
quem neles precise chorar.
Feliz do homem que por um dia souber, entender
a Alma da Mulher...

sábado, 1 de outubro de 2011

Um amor na internet.Onde vocês se conheceram?


Namorado em site de namoro onlineUma amiga comemorou outro dia 20 anos de casamento. Uma história de amor que começou num engarrafamento. E olha que São Paulo naquele tempo nem era tão cheia de carros como é hoje… aí ficamos pensando em como algumas pessoas tinham se conhecido.
Lembramos de uns amigos que se conheceram num consultório médico. Ela era a paciente, ele o profissional. Outra lembrou de um amigo que foi levar a filha na dentista e caiu de amores pela sua auxiliar. Também nos veio à tona a história do casal que se conheceu num velório, de parentes diferentes. E aquele que se conheceu num hospital, indo visitar, cada um, o seu pai internado.
Uma outra amiga lembrou da prima, que conheceu o namorado pela internet e disse que isso hoje já não choca mais como antes. “Se podemos sair com alguém que conhecemos no trânsito, porque não dá para fica com alguém que conhecemos na internet? Tudo é uma questão de como agir, de se preparar para isso, de se aprofundar antes na história”, disse minha amiga.
Ela inclusive lembrou que quando a pessoa escreve emails ou fala sobre seu perfil nos sites de relacionamento, já deixa passar muito do que é, como age etc. “As pessoas pensam que conseguem ocultar tudo, mas não é bem assim”, afirmou. “A escrita diz muito sobre cada um, as palavras que usam, o modo como faz para se comunicar”. Verdade mesmo!
Outra história comum é do casal que se reencontrou pela internet… já se conheciam, ou até já tinham namorado, mas o tempo acabou distanciando os dois. Passados alguns anos, se encontram novamente, via as redes sociais. E ficam juntos. Conheço vários assim.
Mas voltando à forma como os casais se formam, lembramos ainda de uma amiga que estava no supermercado quando um moço lhe pediu informações sobre um determinado tipo de tomate. Começaram a conversar e não se largaram mais, isso há uns 7 anos.
De tomate a trânsito, passando por hospitais, consultas médicas, velório, dentista, internet, site de relacionamentos… onde você encontrou sua cara metade, se é que já encontrou? Tem algum preconceito em relação ao lugar onde pode se mostrar disponível a um novo relacionamento?

Do que você sente falta no amor

Namorados e gestos carinhososLi uma crônica em que a autora, Martha Medeiros, falava sobre a falta que faz, num relacionamento, beijar em pé. Disse que uma amiga dela, casada há tempos, se queixou disso. “Depois de um tempo de convívio, explicou ela, o casal não troca mais um beijo apaixonado na cozinha, no corredor do apartamento, no meio de uma festa. É só bitoquinha quando chega em casa ou quando sai, mas beijo mesmo, aquele, acontece apenas quando deitados, ao dar início às preliminares. Beijo avulso, de repente, sem promessa de sexo, ou seja, um beijaço em pé, esquece”, escreve a cronista, falando sobre o que lhe disse a amiga.
Achei bem verdadeira a observação!
Outras coisas também fazem falta… às vezes começamos a namorar e até esquecemos de certos gestos pequenos de carinho, tão importantes… aliás, será que são mais importantes para as mulheres do que para os homens?
Vejam: quem, depois de muito tempo junto, liga para o outro, no meio da tarde, só pra dizer que está com saudade? Ou nem precisa ser só pra isso… de repente liga pra falar alguma coisa e solta isso, que está com saudade. Sim, por que não dizer, né?
E aparecer com flores no meio da tarde? Sem ter motivo algum pra comemorar, abrir um vinho gostoso numa noite e brindar àquele amor?
Que tal também ser surpreendido no fim do expediente com a visita do parceiro ou da parceira, com duas entradas para o teatro, com direito a uma esticada num restaurante gostoso?
E aquele gesto tão cavalheiro, de abrir a porta do carro para a mulher, que tal você fazer para sua namorada ou mulher, hein?
Fazer uma mesa bonita no café da manhã, ou no almoço do dia de semana, ou no jantar, também vale, para ambos os sexos.
Caprichar num jantar especial, com direito a alguns drinques antes, também é outro programa que agrada a homens e mulheres.
E escolher uma roupa íntima nova, caprichada, do gosto do parceiro, também pode ser bacana. Ou aquele convite inesperado para um motel, que tal? Tudo como nos “velhos” tempos, que às vezes não são tão velhos assim, mas é que, na correria do dia-a-dia, acabamos engolidos pelos afazeres e às vezes nem sequer olhamos nos olhos do companheiro ou da companheira quando chegamos em casa.
E não há amor que resista à falta de um olhar profundo…
Conte para nós o que lhe faz falta no amor…

Cupido e a Primavera florida




Primavera e o amor no site de namoro be2Primeiro foi Lúcia. Há 10 anos não namorava ninguém, desde que seu casamento acabou. Morena, bonita, aparentando bem menos do que seus 42 anos, Lúcia se dizia fechada para um novo relacionamento.
Até que… um email especial piscou em sua tela. Um professor do cursinho a reencontrou pela internet, reacendendo uma antiga paixão adolescente. Ele era casado à época, agora está solteiro e resolveu fazer uma busca para ver se encontrava Lúcia novamente. Suas palavras: “Nunca a esqueci”. Quem não gosta de ouvir uma coisa assim? Encontrei com Lúcia numa noite dessas. Está ainda mais bonita, a pele refletindo sua alegria interior.
Depois foi a vez de Mariana. Esta minha amiga estava há uns 5 anos sem se encantar por um homem. Dizia que sua vida estava ótima assim, que homem dá muito trabalho, que namorar é bobagem, que não tem perfil para casar. Isso até também ser reencontrada por um grande amor que conheceu há exatos 5 anos por meio de um site de relacionamento
Enrolado com mais de uma mulher na época, acabou sumindo da vida de Mariana. Agora, disponível, reaparece cheio de saudade e de amor para dar. Estaria mesmo sendo sincero? Mariana duvidou, mas somente até ele lhe mandar um email pedindo desculpas pelo passado. Quer se redimir. Como moram em cidades diferentes hoje, combinou de passar o próximo final de semana com ela. Mariana, que achava que a vida estava ótima sem ninguém, agora nem dorme de ansiedade ao pensar no encontro que terá.
Por fim recebo hoje a notícia de que Giovanna é outra contemplada com o cupido nesta primavera. Separada há mais de 15 anos, com alguns namoricos apenas no currículo nesse meio tempo, Giovanna foi redescoberta por um vizinho do bairro. Ambos compartilham a mesma profissão e foram estimulados a se reencontrarem por uma amiga em comum. Giovanna também está radiante com este novo amor. Comprou roupas novas, foi ao cabeleireiro, deu uma geral na casa. Nada mal para quem, como Mariana e Lúcia, há um mês, só pensava em ir de casa para o trabalho e do trabalho para casa, sem nada mais com o que se ocupar.
Será a estação das flores que trouxe esses antigos amores à tona? Só sei que estou feliz por minhas amigas. Que venha o amor, aproveitem!

Amor e bem-estar

amor e relacionamento sérioMais uma idéia sobre amor e sustentabilidade: bom para nós, bom para o planeta
Li outro dia numa revista que os relacionamentos, de forma geral, podem se transformar numa poderosa ferramenta para a felicidade e o bem-estar. Quer dizer então que além de nos deixar mais bonitos, animados, com a pele boa, o amor pode ainda proporcionar bem-viver, gerando alegria pra gente mesmo e para o mundo ao nosso redor também?
Bem, foi o que eu entendi quando li um artigo da escritora e palestrante Márcia de Luca, expert nesses assuntos da alma e do corpo.
Na verdade, fiquei inspirada a pensar sobre este tema quando li aqui no Falando de Amor o texto do Fábio Torres. Tocamos em assuntos parecidos, de forma diversa.
Sobre a Márcia, ela nos ensina a separar o casamento social, o oficial, das “leis” do amor. Escreve a moça: “Estamos em um momento de muito estresse, de infinitas dificuldades em nossos relacionamentos. Vemos parceiros se magoando, descompassos, desacertos. Vamos mudar esse paradigma e encarar o casamento com os olhos do amor – a partir daí utilizá-lo para uma vida feliz e saudável.”
Achei lindo, confesso. Márcia, que sabe de muita coisa sobre esses assuntos, é também professora de ioga em São Paulo.
Ela conta que para fazer isso que prega – ou seja, transformar o casamento em uma ferramenta na nossa receita de bem viver – é preciso ser criativo no amor.
Ok, sabemos que no dia-a-dia isso não é fácil… mas será que é fácil também viver triste, mal, com o coração empedrado?
A escritora sugere que a gente não deve ter medo de se entregar inteiro nos nossos relacionamentos. Está certo, naqueles consolidados, o que temos certeza de que irão em frente… mas é preciso deixar de lado os joguinhos tão em voga e tão bobinhos e desgastantes. É preciso acreditar mais, eu acho.
O mais lindo que a Márcia escreve é essa frase: “É preciso procurar o extraordinário dentro do comum, tornando sagrado o simples ato de viver. É preciso unir a energia masculina e feminina de cada parceiro e estar disponível”.
Isso significa saber ouvir, compartilhar problemas e responsabilidades, respeitar o outro, confiar plenamente, amar.
Tem coisa mais extraordinária do que a que eu ouvi de uma amiga outro dia? Opinem vocês. Ela me contou assim: “Lá em casa, não importa se é segunda-feira, domingo ou fim de semana. Deu vontade de comemorar a vida? A gente abre um vinho, faz um brinde, dá risada. Se falta vinho, nós brindamos com suco, chá, café. Isso é o de menos. O importante é ter vontade de celebrar a união, o fato de estar vivo e, mais importante, acompanhado”.
Achei muito legal também isso e digna de ser copiada esta idéia, não acham? Quem sabe transformar a chatice diária numa coisa leve, divertida e bacana tem a saúde física e mental garantida, com certeza.
E, de quebra, contribuiu para um mundo mais sustentável e melhor, com certeza.
Vamos nessa? O que você acha desta prática? Conte sua experiência e diga se acredita que é viável essa proposta.

Só o Amor não Basta – Artur da Távola

sexta-feira, abril 8, 2011 por Luiza · 1 Comentário
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Aos que não casaram, aos que vão casar,
Aos que acabaram de casar, aos que pensam em se separar,
Aos que acabaram de se separar, aos que pensam em voltar…
Não existem vários tipos de amor, assim como não existem três tipos de saudades, quatro de ódio, seis espécies de inveja.
O AMOR É ÚNICO,
Como qualquer sentimento, seja ele destinado a familiares, ao cônjuge ou a Deus.
A diferença é que, como entre marido e mulher não há laços de sangue,
A SEDUÇÃO  tem que ser ininterrupta…
Por não haver nenhuma garantia de durabilidade, qualquer alteração no tom de voz nos fragiliza, e de cobrança em cobrança, acabamos por sepultar uma relação que poderia
SER ETERNA
Casaram. Te amo pra lá, te amo pra cá. Lindo, mas insustentável. O sucesso de um casamento exige mais do que declarações românticas.
Entre duas pessoas que resolvem dividir o mesmo teto, tem que haver muito mais do que amor, e às vezes, nem necessita de um amor tão intenso. É preciso que haja, antes de mais nada,
RESPEITO.
Agressões zero.
Disposição para ouvir argumentos alheios. Alguma paciência… Amor só, não basta. Não pode haver competição. Nem comparações. Tem que ter jogo de cintura, para acatar regras que não foram previamente combinadas.
Tem que haver BOM HUMOR para enfrentar imprevistos, acessos de carência, infantilidades.
Tem que saber levar.
Amar só é pouco.
Tem que haver inteligência. Um cérebro programado para enfrentar tensões pré-menstruais, rejeições, demissões inesperadas, contas para pagar.
Tem que ter disciplina para educar filhos, dar exemplo, não gritar.
Tem que ter um bom psiquiatra. Não adianta, apenas, amar.
Entre casais que se unem , visando à longevidade do matrimônio, tem que haver um pouco de silêncio, amigos de infância, vida própria, um tempo pra cada um.
Tem que haver confiança. Certa camaradagem, às vezes fingir que não viu, fazer de conta que não escutou. É preciso entender que união não significa, necessariamente, fusão.
E que amar “solamente”, não basta.
Entre homens e mulheres que acham que
O AMOR É SÓ POESIA,
tem que haver discernimento, pé no chão, racionalidade. Tem que saber que o amor pode ser bom pode durar para sempre, mas que sozinho não dá conta do recado.
O amor é grande, mas não são dois.
Tem que saber se aquele amor faz bem ou não, se não fizer bem, não é amor. É preciso convocar uma turma de sentimentos para amparar esse amor que carrega o ônus da onipotência.
O amor até pode nos bastar, mas ele próprio não se basta.
Um bom Amor aos que já têm!
Um bom encontro aos que procuram!
E felicidades a todos nós!