sábado, 22 de novembro de 2014

o tempo


A paixão diminui.
Os homens nem sempre são o que se supunha serem.
O coração se parte.
Nossos pais morrem.
Os amigos esquecem os favores recebidos.
As carreiras ou profissões chegam ao fim. POREM...
As amigas estarão sempre aí, não importa quanto tempo tenha passado e ou quanta distância física exista.
Uma amiga nunca estará demasiado longe para chegar quando dela necessitares.
Quando devas caminhar por um vale solitário e tenha que fazer por você mesma,
AS MULHERES AMIGAS DA TUA VIDA,
estarão ao redor do vale, orando por ti, animando, empurrando, intervindo e esperando-te com os braços abertos no final do caminho.
Algumas vezes, inclusive romperão as regras, caminharão a teu lado, ou até chegam a te levar carregada.
Amigas, filhas, avós, cunhadas, irmãs, noras, mães, netas, tias, primas, sobrinhas todas são uma benção de DEUS na vida!
O mundo não seria o mesmo sem MULHERES AMIGAS.
Quando nos embrenhamos nesta aventura de ser MULHER, não temos idéia das incríveis satisfações e das dolorosas provas que nos esperam. Tampouco sabemos quanto necessitaremos umas das outras. Cada dia, seguiremos necessitando-nos mais.

velhice não


Cada vez mais eles estão deixando os jovens para trás e vivendo a vida intensamente. É a nova geração da terceira idade hiperativa.
Vovô ou Vovó em casa,ele na televisão e ela fazendo bolo? Não!
Essa imagem está virando uma cena extinta,dia após dia.
Sim, a geração cheia de saúde e disposição invade as ruas e mostra que experiência de vida também é sinônimo de uma fase sábia, colocada em prática:saber viver.
Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística ( IBGE ), a expectativa de vida do brasileiro aumentou mais cinco anos, em 2007.
Em 1991,a expectativa de vida era de 67 anos.
Em 2007, o número aumentou para 72 anos.
A pesquisa mostra também que os homens das regiões Sul, Suldeste e Centro-Oeste vivem mais do que os das regiões Norte e Nordeste.
Em alguns estado, essa diferença pode ser de quase 10 anos.
Em 2007, um homem em Santa Catarina,por exemplo, tinha a expectativa de vida de 72 anos, enquanto no Maranhão a esperança de vida era de 62 anos.
Viva a vida !

Algumas maneiras de fazer alguém feliz!!!

Algumas maneiras de fazer alguém feliz!!!
Algumas maneiras de fazer alguém feliz!!!
Dê um beijo.
Um abraço.
Um passo em sua direção.
Aproxime-se sem cerimônia.
Dê um pouco de calor, do seu sentimento.
Sente-se perto e fique por algum tempo.
Não conte o tempo de se doar.
Liberte um imenso sorriso.
Rasgue o preconceito.
Olhe nos olhos.
Aponte um defeito, com jeito.
Respeite uma lágrima.
Ouça uma história ou muitas, com atenção.
Escreva uma carta e mande.
Irradie simplicidade, simpatia, e a energia de Deus.
Num toque de três dedos, observe as "coincidências".
Não espere ser solicitado, preste um favor.
Lembre-se de um caso.
Converse sério ou fiado.
Conte uma piada.
Ache graça.
Ajude a resolver um problema.
Pergunte: Por quê? Como vai? Como tem passado? Que tem feito de bom? Que há de novo?
E preste atenção.
Sugira um passeio, um bom livro, um bom filme.
Diga de vez em quando, desculpe, muito obrigado, Não tem importância, que há de se fazer, dá-se um jeito.
Tente de alguma maneira ...
E não se espante se a pessoa mais feliz for você!!!
publicado por umolharfeminino às 15:31 link do post

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

História da Bandeira do BrasiL

A Bandeira Nacional do Brasil, instituída em 19 de novembro de 1889, pelo decreto número 4, após a Proclamação da República. Os Estados da Federação são representados por estrelas.

Foi projetada por Raimundo Teixeira Mendes e Miguel Lemos, com desenho de Décio Vilares. Inspirada na antiga Bandeira do Império que foi desenhada pelo pintor francês Jean Baptiste Debret, sendo que a esfera azul-celeste e a divisa com a inscrição "Ordem e Progresso" está no lugar da Coroa Imperial. Dentro da esfera, está representado o céu do Rio de Janeiro, com a constelação do Cruzeiro do Sul, às 8h30 de 15 de novembro de 1889, dia da Proclamação da República.

O dia 19 de Novembro é comemorado como o Dia da Bandeira. Mais informações na Lei Nº 5.700.

Hino à Bandeira

Letra de Olavo Bilac (1865-1918)
Música de Francisco Braga (1868-1945)
Apresentado pela 1ª vez em 9/11/1906
Salve, lindo pendão da esperança,
Salve, símbolo augusto da paz.
Tua nobre presença à lembrança
A grandeza da Pátria nos traz.

Recebe o afeto que se encerra
Em nosso peito juvenil
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil!

Em teu seio formoso retratas
Este céu de puríssimo azul,
A verdura sem par destas matas
E o esplendor do Cruzeiro do Sul.

Contemplando o teu vulto sagrado
Compreendemos o nosso dever,
E o Brasil por seus filhos amado,
Poderoso e feliz há de ser.

Sobre a imensa Nação brasileira
Nos momentos de festa ou de dor,
Paira sempre, sagrada bandeira
Pavilhão da justiça e do amor.

Quando foi criada a bandeira nacional e o que significam suas cores

Quando foi criada a bandeira nacional e o que significam suas cores

Bandeira brasileira. Ilustração: Liana Chiapinotto
Verde Escolhida por dom Pedro I como a cor do Império, foi o tom da bandeira de várias batalhas portuguesas na Europa. Tinha, portanto, uma forte associação com as lutas libertárias.

Amarelo A partir de 1250, após a conquista da região do Algarve, o amarelo passou a figurar no brasão de armas de Portugal. Nessa cor, eram representados os castelos conquistados dos mouros.

Azul e branco Muitos donatários de capitanias hereditárias usavam a combinação para representar seu território. Assim, os tons passaram a ser frequentes nos símbolos nacionais.

Estrelas Estão na bandeira, nas armas e nos selos nacionais. As constelações representam os estados brasileiros e o distrito federal e são o retrato do céu carioca no dia da Proclamação da República.

Ordem e Progresso Trata-se da redução de um lema positivista do filósofo francês Auguste Comte (1798-1857), que proclama: "O amor por princípio e a ordem por base, o progresso por fim".


A primeira bandeira brasileira, que ainda não se parecia com a atual, foi criada em 19 de setembro de 1822 por decreto de dom Pedro I (1798-1834). Só em 1889, com a Proclamação da República, as armas do Império foram substituídas pelo círculo azul, o emblema republicano. Já o losango amarelo, considerado único entre as bandeiras nacionais, foi concebido pelo pintor francês Jean-Baptiste Debret (1768-1848), fundador da nossa Academia de Belas-Artes. Muito além da associação com o verde das matas e o amarelo do ouro, as cores da bandeira têm profundo significado histórico (veja acima).

Consultoria Pedro Paulo Funari, professor da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

Pergunta enviada por Thaynná Santana Reis, Ibicuí, BA

Arte afro-brasileirA




  • Mestre Didi, no evento que celebrou seus 90 anos, no Museu Afro Brasil, em São Paulo
    Mestre Didi, no evento que celebrou seus 90 anos, no Museu Afro Brasil, em São Paulo

Objetivos

1) Estudar a cultura afro-brasileira a partir de sua influência na obra de Mestre Didi.
2 Produzir uma obra a partir de um conto, utilizando os mesmos materiais propostos pelo artista.

Comentários

A Lei nº 10.639 de 2003 obriga os professores a trabalharem a cultura afro-brasileira em sala-de-aula. Com essa aula, será possível unir história oral e cultura material africanas, e sua influência nas obras de um dos artistas brasileiros mais importantes, Mestre Didi.

Material

Para a execução da obra:
- palha
- búzios
- fitas coloridas
- miçangas coloridas
- papel cartão de várias cores
- retalhos de tecidos coloridos
- argila ou massa de modelar
- cola quente

Estratégia

1) Leitura e interpretação do texto.
2) Leitura e interpretação de obras de arte de Mestre Didi.
3) Leitura de contos africanos.

Atividade

A partir da interpretação de uma história contada oralmente, os alunos devem esboçar um desenho que represente um personagem ou elementos da história narrada.
A seguir, tendo como base o esboço, compor a escultura. É importante que o professor ajude os alunos a se familiarizarem com os materiais, especialmente a palha, propor que os alunos encontrem soluções para que ela fique firme, por exemplo, apoiando-a numa estrutura feita com argila ou papel cartão.
A estrutura da escultura deve ser de palha, de modo que, assim que estiver pronta, ornamentar com búzios, miçangas, papel colorido etc., para que represente o personagem ou elemento da narrativa.
Apresentação dos trabalhos.

Sugestões

1) Interdisciplinaridade com Geografia, Português e História.
2) Os alunos podem pesquisar contos africanos.
3) Com crianças menores, é possível propor a construção de uma escultura em grupos, ou ainda, propor a confecção de bonecos em papier collé, para encenar o conto.
Valéria Peixoto de Alencar
é historiadora formada pela USP e Mestre em Artes Visuais pelo Instituto de Artes da Unesp. É uma das autoras do livro Arte-educação: experiências, questões e possibilidades (Editora Expressão e Arte)

ROCOCÓ / UM ESTILO FRANCÊS

O Ar / Nicolas Lancret - clique foto

- Tais Luso de Carvalho

O Rococó é o mais atraente movimento artístico entre a Renascença e o Impressionismo. Surgiu por volta de 1700 na França e difundiu-se por toda a Europa no século 18. Como todo o movimento tem sua época, desaparece ou passa por transformações; do barroco nasceu o rococó, às vezes considerada um novo estilo, outras vezes vista como a última fase do barroco – Neobarroco.

As suas qualidades estão todas ao lado da fantasia, do espírito, sensibilidade e sorridente felicidade. Ao invés do movimento barroco e neoclássico que vieram antes e depois dele, o Rococó é intuitivo, não didático nem intelectual. Não exige antecedentes elaborados de conhecimentos históricos ou teóricos; o seu objetivo é uma pintura que dê prazer. Seu desejo é alcançar o deleite visual. É um estilo artístico e arquitetônico caracterizado pelas cores leves, alegres e elegantes. Foi o contraponto ao barroco, estilo pesado e escuro.

O rococó surgiu quando o rei da França, Luis XIV pediu uma decoração para os aposentos da jovem duquesa de Borgonha, de 13 anos. “Deve haver uma atmosfera de meninice por toda a parte”, pediu o rei.

A elegância e a conveniência, e não mais a grandeza e a pompa passaram a ser exigidas por uma sociedade já cansada das dourações, substituindo tudo por cores claras, rosas, azuis, verdes e o branco.

O nome, ao que tudo indica, é uma combinação do rocaille e barroco, uma referência depreciativa ao gosto prevalecente durante o reinado de Luiz XV. O termo, como tantos outros rótulos estilísticos, veio à tona com sentido pejorativo devido aos seus tantos floreios, algo muito excessivo, segundo o Oxford English Dictionary.

Os pintores que mais representam este estilo são Watteau, Boucher, Lancret, Fragonard, Veronese e Falconet - o escultor, que muitas de suas obras foram reproduzidas na porcelana. São obras leves, sutis, tocadas de certa displicência, luminosas, graciosas como que apenas aflorando à superfície da tela, sem consistência e profundidade. Traduzem os sentimentos de efemeridade que a própria nobreza possuía na época.

Na arquitetura, na escultura, na pintura, nas artes decorativas em geral, esse estilo expressa a vida ociosa e requintada, o espírito galante e fútil da nobreza europeia no século XVIII, porém foi um estilo derrubado das posições econômicas e políticas que ocupava pela vigorosa ascensão da burguesia.

De Paris o Rococó espalhou-se para a Alemanha, Áustria, Rússia, Espanha, Itália. Seu prestígio na Inglaterra não teve muita força. O Rococó perdurou na Europa até o final do século XlX em igrejas onde se fundiu com o barroco. Mas na França e em outros países o Rococó já vinha cedendo lugar a um novo estilo.

Se a pintura barroca expressava intensidade e violência de sentimentos, tocados de certo caráter naturalista, o rococó é feito de sentimentos aristocráticos de galanteria, mundanalidade, fantasia decorativa e requintado erotismo.

Por tudo isso adquire na pintura e demais artes certa leveza de técnica e graciosidade. Sedutora e efêmera como a própria vida da aristocracia o rococó é a autêntica e reveladora manifestação artística da época.

Alguns pintores franceses do período Rococó:


Antoine Watteau (1684-1721) Fraçois Boucher (1703-1770) Jean Honoré Fragonard (1732-1806) Maurice Quentin La Tour (1704-1788) Madame E. Vigée Lebrun (1755-1842) Nicolas Lancret (1690-1745) Jean Baptiste Simeon Chardin (1699-1779)  Jean-Marc Nattier (1685-1779)



O Balanço / Fragonard - 1766 - 

 Carta de amor / Boucher
O Ar / Jean Nattier
Abadia de Ottobeuren, Alemanha - clique foto
Watteau

 fontes: