quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Município de Rio Grande


Município de Rio Grande
"Noiva do mar"
Noiva do Mar.jpg
Bandeira de Rio Grande
Brasão de Rio Grande
BandeiraBrasão
Hino
Fundação19 de fevereiro de 1737 (277 anos)
Gentílicorio-grandino
Prefeito(a)Alexandre Lindenmeyer (PT)
(2013–2016)
Localização
Localização de Rio Grande
Localização de Rio Grande no Rio Grande do Sul
Rio Grande está localizado em: Brasil
Rio Grande
Localização de Rio Grande no Brasil
32° 2' 6" S 52° 5' 56" O
Unidade federativa Rio Grande do Sul
MesorregiãoSudeste Rio-grandense IBGE/2008 1
MicrorregiãoLitoral Lagunar IBGE/2008 1
Municípios limítrofesCapão do Leão e Arroio Grande(oeste)
Pelotas (norte)
Santa Vitória do Palmar (sul)
Distância até acapital317 km
Características geográficas
Área2 817,48 km² (BR: 546º)2
População207,036 hab. (RS: 10º) –  Estimativa IBGE/20143
Densidade0,07 hab./km²
Altitudem
Climasubtropical Cfa
Fuso horárioUTC−3
Indicadores
IDH-M0,793 alto PNUD/2000 4
PIBR$ 5 402 761,489 mil IBGE/20085
PIB per capitaR$ 27 624,02 IBGE/20085
Página oficial
Outras informações
Ficha técnica
RegiãoSul
PadroeiroSão Pedro
Gini0,41
Vereadores21
Rio Grande é um município brasileiro localizado no sul do estado do Rio Grande do Sul. Possui uma população estimada pelo IBGE em 207.036 habitantes (dados de 2014), sendo a mais meridional dentre todas as cidades brasileiras de médio egrande porte.
Rio Grande foi fundada em 1737 pelo brigadeiro José da Silva Pais, e elevada - com substancial ajuda de Francisco Xavier Ferreira - à condição de cidade em 27 de junho de 1835, ano em que o coronel da guarda nacional Bento Gonçalves iniciou a Revolução Farroupilha. Está situada no extremo sul do estado do Rio Grande do Sul, entre a Lagoa Mirim, a Lagoa dos Patos (a maior laguna do Brasil) e o oceano Atlântico.
A cidade construiu sua riqueza ao longo de sua história devido à forte movimentação industrial. Ainda hoje, é uma das cidades mais ricas do Rio Grande do Sul, e a mais rica da região sul do estado, principalmente devido ao seu porto (o segundo em movimentação de cargas do Brasil), e à sua refinaria (a cidade é a sede da "Refinaria de Petróleo Riograndense", antiga "Refinaria Ipiranga").
Rio Grande forma, juntamente com Arroio do PadreCapão do LeãoPelotas e São José do Norte, uma das três aglomerações urbanas do Rio Grande do Sul, sendo classificada como centro sub-regional 1.6

História

Quando Até a chegada dos primeiros europeus à região, ela se situava no limite entre o território dos índios minuanos, ao sul, e o dos índios carijós, ao norte.7 A área de Rio Grande já era mostrada em mapas holandeses décadas antes do início da colonização portuguesa na região. Por volta de 1720, açorianos vindos de Laguna chegaram à região de São José do Norte para buscar o gado cimarrón (selvagem) vindo das missões, possibilitando a posterior fundação do Forte Jesus, Maria, José e de Rio Grande, em 1737.
Nesse ano, uma expedição militar portuguesa a mando de José da Silva Paes foi enviada com o propósito de garantir a possessão das terras situadas ao sul do atual Brasil. Em 19 de fevereiro, Silva Pais fundou o presídio de Rio Grande, uma colônia militar na desembocadura do Rio São Pedro, que liga a Lagoa dos Patos ao Oceano Atlântico. Este presídio é oForte Jesus, Maria, José, que constituiu o núcleo da colônia de "Rio Grande de São Pedro", fundada oficialmente em maio do mesmo ano. O termo "Rio Grande" é uma alusão à desembocadura da Lagoa dos Patos no Oceano Atlântico, e a origem do nome do próprio estado.
A escolha do lugar, com o estabelecimento de estâncias de gado, permitiu apoiar as comunicações por terra entre Laguna eColônia do Sacramento. Assim, foi fundada uma das cidades mais antigas do Rio Grande do Sul (No espaço que hoje compreende o estado, já existiam os Sete Povos das Missões, de domínio espanhol. Alguns destes povoados de formação jesuíta ainda existem, com o status de cidade tendo sido reconhecido posteriormente.).
Em 1760, Rio Grande, que até então estava sujeita à Capitania de Santa Catarina, passou a ser a capital da nova Capitania de São Pedro do Rio Grande do Sul, dependente do Rio de Janeiro.
Em 12 de maio de 1763, o espanhol Pedro de Ceballos, governador de Buenos Aires, invadiu a então vila de Rio Grande, conquistando o forte e removendo os portugueses até São José do Norte, na margem oposta a Rio Grande - a qual também seria ocupada por Ceballos, passando a capital da capitania à população de Viamão em 1766. Os povoadores portugueses que não fugiram até Porto dos Casais foram transladados por Ceballos a Maldonado, dando origem ao povoado de São Carlos. Na noite de 6 de julho de 1767, as tropas portuguesas, por ordem do governador da Capitania do Rio Grande do Sul, coronel José Custódio de Sá e Faria, depois de violentos combates, expulsaram os espanhóis de São José do Norte.
A permanência dos espanhóis na vila durou até 1º de abril de 1776, data em que o comandante general português de São José do Norte, o alemão Johann Heinrich Bohm, atacou os fortes de "Santa Bárbara" e "Trindade" e recuperou a vila com ajuda do sargento maior Rafael Pinto Bandeira.8
Pedro de Ceballos foi o primeiro vice-rei do Vice-reino do Rio da Prata e, ao ser nomeado, recebeu a ordem de deter a expansão portuguesa. Em princípios de 1777, Ceballos e seus homens recuperaram a Ilha de Santa Catarina, sem disparar um só tiro, já que a esquadra portuguesa abandonou a ilha. Em 21 de abril, chegou a Montevidéu, onde atacou o Forte de Santa Teresa, no atual departamento uruguaio de Rocha, e dirigia-se mais uma vez contra a cidade de Rio Grande quando recebeu notícias de um tratado de paz assinado entre Espanha e Portugal, que o obrigava a retirar-se da cidade.

Geografia

Distritos

1º Distrito - Rio Grande: está subdividido em 1º Sub-distrito: Cidade do Rio Grande; 2º Subdistrito: Balneário Cassino.
2º Distrito - Ilha dos Marinheiros: tem como sede a Vila do Porto do Rei. Abrange, além da Ilha dos Marinheiros, as ilhas das Pombas, dos Cavalos, da Pólvora, do Leonídio, Caldeirão, Cabras e Constância.
3º Distrito - Povo Novo: tem como sede a Vila do Povo Novo. Abrange, também, as ilhas Torotama, Carneiros, Mosquitos e Martin Coelho.
4º Distrito - Taim: tem, como sede, a Vila do Taim, abrangendo as ilhas Grande e Pequena.
5º Distrito - Vila da Quinta: tem como sede a própria Vila da Quinta

Relevo


Píer na Ilha dos Marinheiros - A maior ilha da Lagoa dos Patos
Rio Grande é uma cidade litorânea, que possui a praia mais extensa do mundo (Praia do Cassino), com uma extensão de aproximadamente 240 km de costa para o Oceano Atlântico. Toda a sua área municipal se situa em baixa altitude com, no máximo, 11 metros acima do nível do mar.

Vegetação[editar | editar código-fonte]

A maior parte do município é composta por campos, com vegetação rasteira e herbácea. Também há pequenos bosques com árvoresplantadas (eucaliptos e pinhos). Dunas de areia são encontradas em toda a costa litorânea.

Clima

Maiores acumulados de chuva em 24 horas
registrados em Rio Grande por meses
MêsAcumuladoDataMêsAcumuladoData
Janeiro112,7 mm06/01/2002Julho100,7 mm15/07/1983
Fevereiro194 mm15/02/1983Agosto95,6 mm05/08/1970
Março179 mm17/03/1961Setembro156,9 mm07/09/1977
Abril95,8 mm05/04/2013Outubro98,9 mm13/10/2004
Maio112,2 mm08/05/1974Novembro86,2 mm16/11/1975
Junho82,7 mm27/06/1966Dezembro114,1 mm01/12/2001
Fonte: Rede de dados do INMETPeríodo: 1961-1983, 1988-1989 e 1991-2013.9
clima de Rio Grande é subtropical ou temperado, com forte influência oceânica e com invernos relativamente frios, verões tépidos e precipitações regularmente distribuídas durante o ano. A temperatura média anual é de 18,2 °C e a precipitação média é de aproximadamente 1 250 milímetros (mm) por ano.10 11 O mês mais quente é fevereiro, com temperatura média de 23,5 °C, e o mais frio é julho, com temperatura média de 13 °C.10 Devido à intensa incidência de ventos na cidade, a sensação térmica no inverno em Rio Grande frequentemente chega abaixo de 0 °C, durante os meses mais frios.
Segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), referentes ao período de 1961 a 1983, 1988 a 1989 e 1991 a 2013, a menor temperatura registrada em Rio Grande foi de -0,5 ºC nos dias 28 de junho de 1994 e, mais recentemente, em 9 de junho de 2012,12 enquanto a maior atingiu 39,6 ºC em 25 de dezembro de 2012.13 O maior acumulado de chuva observado em 24 horas foi de 194 mm em 15 de fevereiro de 1983. Outros grandes acumulados foram 179 mm em 11 de março de 1966, 156,9 mm em 7 de setembro de 1977, 146,6 mm em 16 de fevereiro de 2010, 132,5 mm em 10 de março de 2011, 118,5 mm em 15 de maio de 2004, 114,1 mm em 1 de dezembro de 2002, 113,2 mm em 24 de março de 2011, 112,7 mm em 6 de janeiro de 2002, 112,2 mm em 8 de maio de 1974, 110,7 mm em 15 de julho de 1983, 107,9 mm em 11 de março de 2011, 106,8 mm em 31 de janeiro de 1983, 104,2 mm em 18 de julho de 1974, 103,8 mmem 3 de março de 2000, 103,5 mm em 4 de fevereiro de 1992, 100,7 mm nos dias 8 de setembro de 1997 e 3 de setembro de 1961.9 Em um mês o maior volume de chuva observado foi de 485,4 mm em julho de 1995.14
[Esconder]Nuvola apps kweather.svg Dados climatológicos para Rio Grande Weather-rain-thunderstorm.svg
MêsJanFevMarAbrMaiJunJulAgoSetOutNovDezAno
Temperatura máxima registrada (°C)37,239,337,635,430,629,331,431,335,332,635,139,639,6
Temperatura máxima média (°C)272725,622,919,916,816,21718,420,82325,521,7
Temperatura média (°C)23,323,522,219,316,413,31313,815,317,519,521,818,2
Temperatura mínima média (°C)20,620,819,716,513,610,610,711,412,814,916,719,115,6
Temperatura mínima registrada (°C)910,47,54,21,6-0,5-0,301,45,15,79,7-0,5
Chuva (mm)112,8100,7112,651,586,9109,6174,9126,2143,281,274,159,91 233,6
Dias com chuva (≥ 1 mm)
888568108976588
Umidade relativa (%)78,378,679,379,682,883,786,784,383,880,577,677,681,1
Horas de sol266,5214,1210,5192,3175,1126,6135,8156,5153,7209,4228,2269,62 338,3
Fonte: Instituto Nacional de Meteorologia (médias climatológicas de 1961 a 1990;10 15 16 11 17 18 19 recordes de temperatura de 1961 a 1983, 1988 a 1989 e 1991 a 2013).12 13

Etnias

A principal emigração ocorrida no município foi por portugueses provenientes da Póvoa de VarzimAveiro, zona da Bairrada e do arquipélago dos Açores, que influíram profundamente na cultura e na arquitetura da cidade. Outras etnias que também se estabeleceram na cidade foram os africanositalianosalemãespolonesesárabes libaneses e, em menor número, árabes palestinosinglesesespanhóis e japoneses.
Em Rio Grande, existe a FEARG/FECIS, uma feira na qual é possível assistir e acompanhar diversas culturas de todo o mundo. A feira é realizada anualmente e reúne milhares de visitantes.

Economia


Uma escuna na Lagoa dos Patos, durante a feira municipal denominada Festa do Mar.
Rio Grande tem se destacado em âmbito estadual e nacional ao longo dos últimos anos. Com a ampliação do canal no porto da cidade, novos investimentos deram novo fôlego à economia do município. Um polo naval está se desenvolvendo em Rio Grande, sendo a plataforma petrolífera P-53 da Petrobras, a primeira grande operação na cidade. Além disso, Rio Grande tem uma economia extremamente competitiva e diversificada, sendo bem abastecida de bens e serviços em qualquer área.
Durante a cerimônia de batismo da plataforma P-53, o presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, confirmaram a assinatura do principal contrato para a plataforma P-55, com o consórcio das empresas Queiroz Galvão, Iesa e UTC Engenharia, que inclui a integração do casco com os módulos, que será realizado no Estaleiro Rio Grande, junto ao dique seco, no Superporto. Dos seis módulos, quatro serão montados no dique seco do Rio Grande, sendo um de remoção de sulfato e outro de compressão, que ficará sobre responsabilidade da Iesa. Já o Consórcio Top 55, formado por acionistas da Quip (Queiroz Galvão, IESA e UTC Engenharia), além da integração do casco com os módulos da plataforma, construirá o convés e os módulos de alojamento e de painéis elétricos.

O Calçadão, principal rua comercial da cidade
Em seu discurso, após a diretora de Gás e Energia da Petrobras, Maria das Graças Foster, ter batizado a P-53, Gabrielli salientou que além da construção e integração dos módulos da P-55 no porto gaúcho, ainda serão construídos oito cascos em séries em Rio Grande.
A economia de Rio Grande se concentra na maior parte na atividade portuária, sendo um dos grandes responsáveis pela exportação de grãos e importação de containeres e fertilizantes do país.
Há diversas empresas que exportam e importam produtos a partir dos Terminais do Porto de Rio Grande e seu Cais Comercial: ADM, Amaggi, Bianchini S/A, Bunge, Cargill, CHS, Cooperoque, Cotribá, Cotrimaio, Cotrirosa, Cotrisal, Cotricasul, Coxilha, Giovelli, Granol, Heringer, Mosaic, Marasca, Nidera, Phenix, Piratini, Tecon, Yara Brasil e Timac Agro.
Mas esse serviço só é possível graças às agências e operadores, que contribuem para o fortalecimento e produtividade do Porto do Rio Grande, tais como Eichenberg & Transeich, Fertimport, Oceanus, Orion, Quip, Rio Grande, Sagres, Sampayo, Serra Morena, Supermar, Tecon, Tranships, Vanzin, Wilson Sons e Yara.

Política

Atual administração municipal

  1. Prefeito - Alexandre Lindenmeyer
  2. Vice-prefeito - Eduardo Lawson
  3. Primeira-Dama - Eunice Lindenmeyer
  4. Chefe de Gabinete do Prefeito - Darlene Pereira20
  5. Chefe de Gabinete da Primeira Dama - Eunice Lindenmeyer
  6. Chefe de Gabinete do Vice-prefeito - Dejair Chagas Camargo
  7. Procurador do Município - Fernado Grassi
  8. Coordenador de Defesa do Consumidor - André Lima Bragagnolo
  9. Chefe do Departamento Autárquico de Transportes Coletivos - Jorge Rafael da Costa Lopes
  10. Chefe de Gabinete de Compras, Licitações e Contratos - Jeferson Alonso dos Santos
  11. Chefe de Gabinete de Programas e Projetos Especiais - Jomar Lima
  12. Chefe da Previdência do Rio Grande - Frederico Montana
  13. Secretário Municipal da Cultura - Celso Santos
  14. Secretário Municipal da Educação - André Lemes
  15. Secretário Municipal da Fazenda - Paulo Roberto Garcia21
  16. Secretário Municipal da Pesca - Ederson Pinto da Silva
  17. Secretária Municipal da Saúde - Vera Elisabeth da Silva
  18. Secretária Municipal de Cidadania e Assistência Social - Maria Cristina Juliano22
  19. Secretário Municipal de Comunicação e Relações Institucionais - Paulo Roberto Rodrigues23
  20. Secretário Municipal de Controle e Serviços Urbanos - Eduardo Lawson
  21. Secretário Municipal de Coordenação e Planejamento - João Carlos Cousin
  22. Secretário Municipal de Desenvolvimento, Inovação, Emprego e Renda - Jordano dos Santos Marques
  23. Secretário Municipal de Desenvolvimento Primário - Claudio Costa
  24. Secretária Municipal de Gestão Administrativa - Nídia Acosta Bonfim
  25. Secretário Municipal de Habitação e Regularização Fundiária - Gilmar Ávila
  26. Secretário Municipal de Infraestrutura - Cleide Torres Rodrigues
  27. Secretário Municipal de Mobilidade Urbana e Acessibilidade - Edson Lopes
  28. Secretário Municipal de Turismo, Esporte e Lazer - Luiz Antonio Parise
  29. Secretário Municipal do Cassino - Paulo Rogério Mattos Gomes24
  30. Secretária Municipal do Meio Ambiente - Miriam Balestro
  31. Chefe do Departamento de Defesa Civil - Eduardo Lawson

Educação

A cidade de Rio Grande conta com um sistema de educação completo:
  • Ensino médio: destacam-se o Instituto Federal do Rio Grande do Sul (IFRS - antigo Colégio Técnico Industrial - CTI) e a Escola Técnica Estadual Getúlio Vargas, entre outras escolas estaduais e particulares;
  • Ensino fundamental: ESCOLAS PARTICULARES.

FURG

IFRS

O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul, em seu campus localizado na cidade do Rio Grande, possui cursos técnicos de nível médio(integrado ao ensino médio e subsequente) e tecnológicos de nível superior.

FURG

A FURG, Universidade Federal do Rio Grande, é conhecida por ser uma das mais completas do sul brasileiro. Foi fundada a 8 de julho de 1953 com o nome de Fundação Cidade do Rio Grande e na época só contava com o Curso de Engenharia. Ao passar do tempo, foram criadas outras faculdades: ciências políticasciências econômicasdireito etc. Começou a sua história com aulas na Biblioteca Rio-Grandense e, posteriormente, foi erigido o campus Cidade, atualmente pertencente ao IFRS. Hoje a universidade tem cursos no campus Cidade, campus Carreiros e campus Saúde e conta com complexos de museus (ex.: Museu Oceanográfico de Rio Grande), Estação de Apoio Antártico, Hospital Universitário e Sistemas de Bibliotecas, além de três campi em outras cidades gaúchas: Santo Antônio da PatrulhaSanta Vitória do Palmar e São Lourenço do Sul. A atual reitora é Cleuza Maria Sobral Dias.

Faculdade Anhanguera do Rio Grande

A Faculdade Anhanguera do Rio Grande é uma instituição de ensino pertencente à Rede Anhanguera.

Infraestrutura

Rodovias

A cidade é servida pela BR-392, duplicada até Pelotas, que se interliga com BR-471, BR-116 que será duplicado até a cidade de Guaíba, sendo que essa cidade até Porto Alegre já está duplicado o percurso rodoviário. E BR-293. Pela BR-116, chega-se à capital do estado, Porto Alegre, e ao norte do país.

Ferrovias

A cidade possui acesso ferroviário através das linhas Bagé e Cacequi/Rio Grande, da Ferrovia Sul-Atlântico, atualmente operada pela América Latina Logística (ALL).

Hidrovia

Através da Lagoa dos Patos, a cidade liga-se ao Lago Guaíba (que banha Porto Alegre), bem como aos rios que desembocam neste, como o rio Jacuí e o rio dos Sinos.

Igreja Anglicana do Salvador, situada no centro da cidade

Aeroporto

Rio Grande conta com um aeroporto (IATA: RIG, ICAO: SJRG) localizado cerca de 12 km do centro da cidade, sob as coordenadas 32°04'54.00"S de latitude e 52°09'48.00"W de longitude. Ele possui 1 500 metros de pista pavimentada e sinalizada e mais 400 metros de áreas de escape. É um dos maiores aeroportos do interior do Rio Grande do Sul e chegou servir cerca de cinco mil passageiros por ano. Desde 2014, o aeroporto não opera voos comerciais regularmente.

Pórtico de entrada da cidade, construído em 1950

Trânsito

Com uma população acima de 210 000 habitantes, Rio Grande enfrenta sérios problemas de trânsito. Diversos fatores explicam esses problemas, como a crescente população - devido ao pólo naval presente na região - e também o significativo aumento da frota, acompanhando o aumento do poder de compra da população. Em apenas três anos, a frota de veículos na cidade aumentou em 50%, saltando de 40 000 para 60 000. E, em outubro de 2012, essa frota atingiu a marca de 94 099 veículos. Para amenizar os problemas no tráfego, a Secretaria dos Transportes promove desde o início de 2008 várias mudanças de fluxo, sendo as principais a mudança no sentido das vias Senador Corrêa, Avenida Buarque de Macedo, Rua 2 de Novembro, Avenida Presidente Vargas e Avenida Rheingantz. As duas primeiras passam a ser vias de saída da cidade, funcionando em mão única no sentido centro-bairro, enquanto a avenida Rheingantz faz o sentido inverso. Dize-se que tais mudanças não passaram de meros paliativos, pois não resolvem o problema a médio prazo, tendo em vista que são necessárias obras viárias de alargamentos, duplicações de ruas etc.

Cinemas

Rio Grande já contou com diversas salas de cinemas, fechados sistematicamente ao longo das últimas décadas, sendo que atualmente só existem três salas de cinema: Cine Dunas Cassino (Av. Rio Grande) e Cine Dunas Cidade (Rua Andradas). Para 2014, é esperada a inauguração de 5 salas 3D no [Praça Rio Grande Shopping Center].
Ao longo do século XX, vários cinemas foram abertos e fechados: Lido (na Av. Buarque de Macedo), Avenida (na Av. Major Carlos Pinto, funcionou entre 1929 e 1983), Glória (na Rua Benjamin Constant, 423, esquina com Nascimento), Carlos Gomes (na Av. Bacelar), Figueiras (na Rua Aquidaban, 714, no interior do Shopping Figueiras, fechada em 2006 e depois Copacabana, fechada em 2013), e Sete de Setembro (rua Gen. Bacelar 25 ) e Plaza (na Avenida Silva Paes, durante a década de 1990)26 .

Esportes

A cidade tem uma forte movimentação esportiva. Possui vários campeões de diversas modalidades de natação, artes marciais e maratonistas, mas o forte da cidade é o futebol. A cidade conta com três clubes profissionais: o Football Club Rio-Grandense(atualmente inativo), o Sport Club São Paulo e o Sport Club Rio Grande (o clube de futebol mais antigo do Brasil). Todos os clubes já foram campeões gaúchos. Os títulos de Campeão Gaúcho foram os seguintes:
De 2005 a 2009, a Associação Noiva do Mar de Futsal representou a cidade nos campeonatos estaduais, sempre tendo destaque entre as equipes participantes. Em 2008, sagrou-se vice-campeão estadual da Série Prata em partidas com público acima de trê mil pessoas.

Comunicações


Capa de um folhetim publicado em 1856 pela Tipografia de B. Berlink

Tipografias

A cidade possuiu diversas tipografias ao longo do século XIX, editando jornais e livros diversos na cidade:
I - Tipografia de Francisco Xavier Ferreira, que publica o jornal "O Noticiador", fundado em 3 de janeiro de 1832, e "O Propagador da Indústria Rio-grandense", entre outros, além de obras como "Hino que se cantou na noite do dia 24 do corrente pela feliz noticia da Gloriosa Elevação do Sr. dom Pedro II ao Trono do Brasil" (1831), considerado o primeiro texto impresso na cidade riograndina, e "Relação dos festejos, que fizeram os portugueses residentes na vila do Rio Grande do Sul, em demonstração de seu júbilo pelo restabelecimento da paz, e da liberdade, na sua pátria, em 1834";
II - Tipografia do "Observador";
III - Tipografia de Sabino Antônio de Souza Niterói, denominada inicialmente de Mercantil, enquanto eram impressos os jornais Liberal Rio-Grandense e Mercantil do Rio Grande (entre os anos de 1835 e 1840), e posteriormente de Niterói, quando foi editado o jornal "Conciliador" (1840-41) e o "A Voz da Verdade" (1845-1846);
IV - Tipografia Pomatelli; em 5 julho de 1847, foi vendida para Perry de Carvalho; em 1º de maio de 1849, foi revendida a Antonio Bonone Martins Viana e, em setembro de 1850, a Bernardino Berlink;
V - Tipografia de Cândido Augusto de Mello, com diversos jornais e obras;
VI - Tipografia do jornal "Diário de Rio Grande", com diversos jornais e obras;

Jornais

A cidade possuiu centenas de jornais durante os séculos XIX e XX, destacando-se tanto pelo número, como pela importância e também pela longevidade de alguns desses periódicos, dentre os quais destacam-se "A Luta" e "Eco do Sul". Atualmente, existem dois jornais de circulação diária, o "Agora" e o Diário Popular, além do semanários "Folha Gaúcha" em 2011 o "Jornal Cassino" encerrou sua circulação.

Pontos turísticos


Passarela sobre as dunas na Praia do Cassino

Igreja do Carmo, localizada no Centro de Rio Grande

Navio Altair, encalhado desde 1976 a cerca de 12 quilômetros da Avenida principal do Balneário Cassino em Rio Grande
A cidade como um todo é considerada um patrimônio histórico. Como principais pontos a serem visitados na zona central, que conta com vários prédios antigos, podem ser destacados:
Afastado da zona central, há outros locais de visitação, tais como:

Praças

Por conta de ser uma cidade antiga, Rio Grande conta com um grande número de praças:

Festas culturais

  • Festa do Mar: festa realizada pela primeira vez há 50 anos. O objetivo deste evento, desde seu início, é salientar as potencialidades turísticas e econômicas da região, ao mesmo tempo em que resgata em cada cidadão, o orgulho e o amor por sua terra. Organizada pela FEMAR Agência de Desenvolvimento, a Festa do Mar é um evento de característica popular, portanto, preocupado em servir a comunidade através de uma programação cultural e esportiva diversificada que satisfaça e motive a todos. Pode-se destacar, também, a área gastronômica da festa que atrai milhares de visitantes curiosos em conhecer e degustar o prato típico da região: a famosa anchova assada no espeto, além do diversificado cardápio de frutos do mar oferecido. Além disso, são atrações importantes nessa festa os estandes comerciais, que promovem produtos e serviços e alavancam a economia da região.
  • Fearg e Fecis: Essa "dupla" feira que acontece na cidade de Rio Grande aborda a cada ano diferentes etnias, como a africana. Ela reúne empresas ligadas ao artesanato e também do comércio em geral da cidade.
  • Festa do Peixe e do Camarão: A indústria pesqueira local perdeu força diante do cenário nacional nos últimos anos. Entretanto, o setor continua sendo um dos mais tradicionais da cidade, conhecida nacionalmente por sua vocação, através da pesca artesanal e de embarcações especializadas na captura de camarões e demais pescados. Por isso, a meta da festa é proporcionar um cardápio à base de frutos do mar, mostrando a potencialidade do município que temSão Pedro como padroeiro. Esta é uma grande feira gastronômica para degustação de peixes e camarões preparados de várias formas. A feira é realiza anualmente naPraia do Cassino.
  • Festa de Iemanjá: Grande festa em tributo à rainha do mar é realizada anualmente na Praia do Cassino. A festa conta com a participação de milhares de pessoas à beira-mar.

Cidade-irmã[

Rio Grande possui uma cidade-irmã, Águeda. É possível ver-se uma homenagem a esta cidade num painel de lajes azuis - símbolo de Portugal - próximo ao Largo Doutor Pio.


pai hj seria seu aniversario

Pai, hoje seria seu aniversario!
Oi, pai!!!
Que bom poder falar com você, mesmo que esse "falar", seja fruto da minha fértil imaginação...
Nossa...que falta você faz velho...o tempo passa e a saudade só aumenta...
Você foi meu herói, meu conselheiro, meu companheiro...isso me faz falta...
As vezes me pego pensando...
De onde você tirava tanta força, coragem e energia...
Como podia você ser tão sábio?
Você sempre tinha a frase certa, na momento exato...
É pai...você se foi...tive que coloca-lo no sagrado!!!
Hoje...é seu aniversario...mas o seu dia pai...
Ah...o seu dia...
Todos os dias são os seus dias...
Você foi depressa...de maneira rápida tive que me adequar a viver sem sua presença física...
São tantas as coisas que gostaria de dividir com você, velho!!!
Minha vida, minha família, minhas conquistas, seus netos, nossos sonhos!!!
Lembro-me das tantas horas que "jogávamos conversa fora"...
Fora?? Chega a ser engraçado...jogávamos conversa a dentro...
Dentro de nós...troca de experiências, debates sem fim, papo para tardes e mais tardes...
Foi numa tarde, pai...que te pedi... - se cuida velho - ...e você me disse:
- Eu sei o que faço...não sou nenhuma criança!!!
Você teve medo pai...penso ter sido a primeira vez que te vi com medo...
Você tinha medo de morrer, né pai?
Você não queria saber que já estava na hora de ir embora...
Mas...você teve que ir...
Eu sofri, quase morri, me perdi, desestruturei...
Hoje, no dia dos pais, dos pais comuns, dos pais para o comércio, sinto falta da sua frase clássica, quando te entregava o presente!!!
- Que que é...é meia ,camiseta, ou cueca!!!
É pai...quando não era camiseta,meia, era cueca, né??
Teve um pijama, lembra??
Quando eu ia até a sua casa, aliás nossa casa, cheio de carinho, você me pedia com sorriso maroto:
- Quero uma graninha.
.Não tenho você em presença física, mas...você sabe pai...que carrego dentro de mim tudo que você me ensinou...tudo que você me passou...
Precisava muito de você hoje pai...me sinto fraca e com medo...
Ouço a música que me faz lembrar você e logo me apoio em eixo novamente...
Penso que amadureci, pai...para tanto sofri...chorei...lutei...
Foram tantas as coisas que aconteceram desde que você se foi...
Ainda tantas estão para acontecer...
Obrigada pai...por ter sido tão presente em minha vida...por ter feito de mim, um ser humano tão iluminado e sensível...
Obrigada pai, por ter me dado a vida...
Obrigada pai, por nunca ter tido despedida...
Ainda me lembro pai...de você sentadinho numa cama do hospital, encolhidinho, com medo........nossas conversas...o seu sorriso...a sua força e segurança!!!! Me lembro de muita coisa mais...
Dentro do meu coração, pai...num lugar muito sagrado, está você...
Cuida de mim, pai!!! Não saia do meu lado!!!
Nunca te disse, pai!!! Mas...
Te amo....
De onde você estiver receba meu amor e meu carinho pelo seu aniversario no dia de hoje.
.

Refogado de Proteína de Soja


FIZ,COMI E RECOMENDO.
Tempo de preparo
30min
Rendimento
4 porções
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Conversão de medidas
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1 colher (sopa) de azeite ou óleo de soja
15 azeitonas picadas
3 dentes de alho picados
1 cebola grande picada
1 colher (chá) de orégano
2 tomates maduros picados, sem sementes
1 xícara de proteína texturizada de soja (média)
1 colher de sopa de vinagre ou suco de limão
1/2 xícara de água
1 envelope de tempero pronto (eu uso ajinomoto churrasco, mas pode ser qualquer um)

MODO DE PREPARO
Coloque a proteína de soja em uma panela com o vinagre ou o suco de limão, juntamente com 3 xícaras de água
Leve ao fogo até ferver
Assim que subir uma espuma, desligue e despeje o conteúdo da panela em uma peneira
Lave a proteína sob a água corrente, espremendo como uma esponja, para retirar bem o gosto da soja
Depois de lavar, retire a o escesso de água da proteína, espremendo bem
Reserve
Aqueça o óleo e refogue o alho
Adicione a cebola e cozinhe até dourar levemente
Adicione as azeitonas e o orégano, mexendo bem
Reduza o fogo, e acrescente os tomates picados
Mexa por uns 2 minutos, até cozinhar os tomates
Acrescente 1/2 xícara de água, a proteína de soja reservada e o tempero, mexendo bem até que todos os ingredientes estejam bem misturados
Refogue por mais 5 minutos, mexendo sempre
Informações Adicionais
Dicas: Essa receita pode ser usada como recheio de pastéis, tortas, salgadinhos e para incrementar molhos para massas. É uma ótima alternativa como substituta da carne moída. Se desejar, acrescente outros ingredientes, como pimentão, cenoura, molho de tomate, palmito, cheiro-verde picado, milho etc.

Carne moída de soja especial (com segredinho para tirar o sabor forte)


Tempo de preparo
40min
Rendimento
10 porções
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Conversão de medidas
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1 xícara e 1/2 (chá) de proteína texturizada de soja (frango)
50 ml de vinagre branco
3 caldos de sua preferência (carne, frango ou legumes)
2 colheres (sopa) de azeite
1 cebola grande picada miúdo
2 dentes de alho amassados
2 tomates grandes bem vermelhos
2 colheres (sopa) de salsinha ou cebolinha
2 folhas de louro
1 pitada de pimenta-do-reino branca
1 pitada de orégano
azeitonas e pimentão amarelo se preferir
MODO DE PREPARO
Um jeito para se diminuir o sabor forte é :
Ferver 1 litro e meio de água com o vinagre e acrescentar a proteína de soja por 1 minuto e meio
Retirar com uma colher a espuma que se forma em cima da água e coar
Lavar com água corrente e espremer bem
Esquentar 3 xícaras de água com 1 caldo de sua preferência até derretê-lo e acrescentar a carne espremida
Deixar de molho por 15 minutos e depois escorrer
Está pronta uma base de carne moída de soja sem aquele sabor forte que servirá para diversos pratos
Na receita:
Refogue a cebola e o alho no azeite até estarem transparentes
Acrescente os tomates picados, a salsinha, os outros 2 caldos restantes, o louro, o orégano, a pimenta-do-reino branca e o pimentão amarelo (se for usar)
Mexa até murchar
Por último acrescente as azeitonas (se for usar) e desligue o fogo
Informações Adicionais
Obs.: Eu não sou vegetariana, só aprecio a carne moída de soja, pois acho econômica e saudável, por isso coloco caldo de carne ou frango e às vezes também faço uma receita misturando a carne de soja com a de boi na proporção meio à meio( assim não dá pra perceber diferença entre uma e outra).

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Saiba tudo sobre Império, sua nova emoção das nove

A Globo estreia o "novelão" de Aguinaldo Silva.
Por: Com informações da Assessoria da TV Globo
Novela de: Aguinaldo Silva
Colaboração de: Brunno Pires, Maurício Gyboski, Márcia Prates, Megg Santos, Nelson Nadotti, Renata Dias Gomes, Rodrigo Ribeiro e Zé Dassilva
Direção de: André Felipe Binder, Cláudio Bockel, Davi Lacerda, Luciana Oliveira, Pedro Vasconcellos, Roberta Richard e Tande Bressane
Direção geral de: André Felipe Binder e Pedro Vasconcellos
Núcleo de: Rogério Gomes
Um amor impossível. Um destino guiado pelos acasos da vida. E a persistência de um homem obstinado pelo poder, que fará de sua vida o palco de um grande império. Esta é a trajetória de José Alfredo (Chay Suede/Alexandre Nero), que será narrada em Império, próxima novela de Aguinaldo Silva.
De cabelos grisalhos e seguro de si, José Alfredo (Alexandre Nero) só se veste de preto. É um homem de origem humilde, mas que batalhou muito, nem sempre da melhor maneira possível, para chegar aonde chegou: hoje é o Comendador José Alfredo de Medeiros, casado com a aristocrata Maria Marta Mendonça e Albuquerque (Adriana Birolli/Lilia Cabral), pai de três filhos e dono de uma famosa rede de joalherias, a “Império”. A estrutura desta família lembra um reinado. E estamos falando de um rei cujas ameaças estão dentro de seu próprio território. “É como se fosse uma corte, onde existem os nobres, os subalternos, que servem e que às vezes traem”, adianta Aguinaldo.
É em torno desta família que a trama principal vai acontecer. Muitas perguntas virão à tona no decorrer da história. Até onde as pessoas são capazes de ir pelo dinheiro? Como um acaso – ou uma coincidência – pode revirar toda uma vida? E como viver sabendo que os seus verdadeiros inimigos estão dentro da sua própria casa? Estas são algumas das questões que vão permear a próxima novela das nove da Globo.

Uma paixão avassaladora

No alto do Monte Roraima, estão José Alfredo (Alexandre Nero) e sua filha predileta, Maria Clara (Andreia Horta). Diante de uma paisagem suntuosa, ele conta que foi ali que sua vida mudou. Após uma decepção amorosa, José Alfredo decidiu nunca mais viver do passado. E seu foco passou a ser sempre o futuro.
Tudo começa quando o jovem pernambucano José Alfredo de Medeiros (Chay Suede/Alexandre Nero) resolve morar no Rio de Janeiro. Desempregado, ele vai tentar a vida na cidade grande e se hospeda na casa do irmão, Evaldo (Thiago Martins). Ele jamais poderia imaginar que na casa que o abrigou também estaria seu grande amor: Eliane (Vanessa Giácomo/Malu Galli), sua cunhada, mulher de seu único irmão.
Um amor proibido, mas genuíno. Um amor daqueles de tirar o fôlego, de sonhar acordado, capaz de tudo. O romance de Eliane (Vanessa Giácomo/Malu Galli) e José Alfredo (Chay Suede/Alexandre Nero) é incontrolável. Tão incontrolável, que o desejo de permanecer juntos é maior que o remorso provocado pela dupla traição. Diante desta paixão avassaladora, o casal só enxerga uma saída: armar um plano e fugir.
Para tentar amenizar o sofrimento de Evaldo (Thiago Martins) eles resolvem cada um escrever um bilhete pedindo perdão e contando o que aconteceu. José Alfredo deixaria o seu no trabalho do irmão. Já Eliane, em sua própria casa.
No dia combinado, Eliane passa muito mal. Cora (Marjorie Estiano/Drica Mores) resolve ajudá-la, mas o que Eliane não imagina é que sua irmã já sabe de tudo há tempos. Cora é mais experiente, sabe que os sintomas de Eliane são de gravidez e consegue convencê-la a não fugir, argumentando que, pelas suas contas, provavelmente o filho que ela espera é de Evaldo, e não de José Alfredo.
Sem saber o que fazer, Eliane pede, então, que Cora vá atrás de José Alfredo, a fim de explicar para ele o que aconteceu e impedir que ele entregue o bilhete a seu irmão. Ela promete fazer isso, mas não cumpre com a sua palavra.
Primeiro, ela faz questão de se certificar de que a carta já foi entregue. Depois, vai ao encontro de José Alfredo e diz que Eliane desistiu de fugir com ele, distorcendo a história e deixando-o inconformado. Desesperado, ele diz que vai voltar para convencê-la, mas é surpreendido quando Cora afirma que ela está esperando um filho. Mas não seu, e sim de seu irmão Evaldo. Ele cai em si e desiste de lutar por Eliane. Para o bem de todos, toma a decisão de sumir pelo mundo sem deixar vestígios.
A história, no entanto, vai mostrar que nada acontece por acaso. O plano não deu certo, mas vai levá-lo a lugares onde jamais imaginou um dia poder chegar.

Os acasos do destino

Sem rumo, José Alfredo (Chay Suede/Alexandre Nero) não tem nada a perder. Está sozinho em meio às lágrimas de dor em uma rodoviária no Rio de Janeiro.
É neste momento que ele se depara com Sebastião Feliciano (Reginaldo Faria). Sem saber quem ele é, José Alfredo começa a falar. Só quer desabafar. Acabar com aquela angústia que parece não ter fim. Ele conta sua história, fala sobre a perda de seu grande amor que agora não tem mais volta. Não tem para onde ir. Não pode voltar para casa e muito menos rever o irmão.
Verdadeiramente comovido com o que José Alfredo acabara de contar, Sebastião resolve lhe fazer uma proposta: “por que não viaja comigo a meu serviço?”. E conta o que faz: trabalha para uma empresária portuguesa, que mora na Suíça e negocia pedras preciosas brasileiras. O papel de Sebastião é buscar pedras nos garimpos brasileiros e depois transportá-las, de forma irregular, para a Europa.
Sem nada a perder, José Alfredo passa a considerar a proposta. É, ao menos, um trabalho com algum tipo de remuneração. Mal sabe ele que ali começa sua nova história. Ou melhor, seu império.

O Monte Roraima

Quando chega ao Monte, junto com Sebastião (Reginaldo Faria), ele se depara com um enorme garimpo. A paisagem estonteante é de tirar o fôlego e esconde o perigo do trabalho que ali é praticado.
Sebastião lhe conta que nesse mundo dos garimpos há muitos inimigos e pede para que José Alfredo fique de olho em tudo o que acontece ao redor deles durante a noite. Mas, exausto por tudo o que lhe aconteceu e sem forças por conta da longa viagem, ele acaba pegando no sono. No calar da madrugada, é surpreendido com a presença de um homem que mata Sebastião e pretende assassiná-lo também. Sem pensar, pega a arma dada por Sebastião, que estava na sua mochila, e dá dois tiros no agressor, que cai morto bem na sua frente. Mais uma vez José Alfredo se vê sozinho, desesperado, mas agora sabe o seu destino: a cidade de Genebra, na Suíça.
Antes de morrer, Sebastião consegue passar todas as informações sobre como deve proceder com as pedras preciosas e como chegar à tal empresária portuguesa. José Alfredo realmente não imaginava que no momento em que colocasse os pés no Monte Roraima, sua vida tomaria um rumo tão inesperado…

A família e a busca insana pelo poder

José Alfredo chega à Suiça. E, diante do Braga, que na verdade é Maria Joaquina Braga (Regina Duarte), conta o que foi capaz de fazer para chegar até ali: “Perdi o amor da minha vida! Matei um homem! Enterrei meu melhor amigo!”.
E o acaso, mais uma vez, junta o nordestino à sua rainha, Maria Marta (Adriana Birolli/Lilia Cabral), uma aristocrata falida e cheia de ex-maridos. Os dois se conhecem quando José Alfredo vai depositar, em um banco suíço, seu primeiro pagamento pela entrega dos diamantes.
Maria Marta chega cheia de pompa e mal olha para aquela “figura pobretona” que em nada lhe interessa. A situação logo se inverte quando ela percebe que vai sair sem um tostão daquele banco. O ex-marido lhe pregou uma peça e agora é Maria Marta que não tem para onde ir…
Os dois acabam iniciando um relacionamento e, após alguns meses, Maria Marta descobre que está grávida. José Alfredo a pede em casamento. Afinal, os dois se dão muito bem e a união é interessante para ambos. Maria Marta lhe empresta o sobrenome importante e José Alfredo lhe promete um reino com muitos herdeiros. E assim será. Logo nos primeiros anos de casamento, Maria Marta tem três filhos: José Pedro (Caio Blat), Maria Clara (Andreia Horta) e João Lucas (Daniel Rocha), irmãos que mais tarde vão disputar a todo custo a herança deste império.

A família real hoje

De volta ao Monte Roraima, onde tudo começou…
José Alfredo (Alexandre Nero) desembarca no seu local sagrado, agora nos dias atuais, com sua filha predileta, Maria Clara (Andreia Horta). Ele não esconde a predileção, mas vai manter em sigilo a primeira viagem com ela ao Monte, já que Maria Marta, José Pedro e João Lucas não sabem da forte relação que ele tem com aquele lugar. Maria Marta (Lilia Cabral), no entanto, hoje mais uma rainha exilada por conta da relação desgastada, descobre a viagem do marido com a filha.
O preferido da mãe para ficar à frente dos negócios do pai é José Pedro (Caio Blat).  Casado com Danielle (Maria Ribeiro), uma mulher fútil e consumista, José Pedro já foi um playboy e agora vive submisso à esposa. Diz que tem nela tudo o que precisa. O casal tem uma filha adotiva chamada Bruna (Kiria Malheiros).
Já Maria Clara, a filha do meio, é uma renomada designer de joias e a menina dos olhos do pai. E João Lucas (Daniel Rocha) é o caçula. Um exemplo claro de rebelde sem causa, com uma personalidade problemática. Tão diferentes entre si, mas todos com um objetivo comum: conquistar o trono de José Alfredo.
O Comendador também tem uma vida amorosa paralela. A sua eleita é Maria Ísis (Marina Ruy Barbosa), uma jovem linda, mas extremamente frágil. Ela é uma menina pobre, de uma cidade da região serrana do Rio de Janeiro, que se apaixonou verdadeiramente por José Alfredo. Seus pais, Magnólia (Zezé Polessa) e Severo (Tato Gabus Mendes), quando descobrem do romance da filha, tratam de se aproveitar da situação. Eles acabam sustentados pela mesada que Maria Ísis recebe de seu amante.

A heroína

Do passado obscuro e misterioso de José Alfredo, abre-se um novo capítulo em sua vida. O reaparecimento de Cristina (Leandra Leal), filha daquela que foi seu grande amor, Eliane (Vanessa Giácomo/Malu Galli).
Depois da partida de José Alfredo, Eliane manteve-se casada com Evaldo (Thiago Martins) e teve dois filhos, Cristina (Leandra Leal) e Elivaldo (Rafael Losso). A morte prematura do marido fez com que ela tivesse uma vida solitária e muito difícil. Eliane lutou dia após dia para criar os dois com poucos recursos. Com muito esforço, ela conseguiu construir uma barraca no camelódromo no centro do Rio de Janeiro.
Cristina tem enorme admiração pela mãe e faz tudo para manter sua família unida. Seu irmão, Elivaldo (Rafael Losso), atualmente tem um filho de um relacionamento adolescente, que também mora com eles, fruto de um romance com Tuane (Nanda Costa). Assim que o bebê nasceu, ela tratou de entregá-lo para o pai e sumiu no mundo. Muito tempo depois, reaparece, casada com um homem riquíssimo e bem mais velho que ela, Reginaldo (Flávio Galvão), e anuncia, sem a menor cerimônia, que quer seu filho de volta.
A família fica completa com Cora (Marjorie Estiano/Drica Moraes), que ninguém desconfia ser “um lobo em pele de cordeiro”. Durante anos a fio, Cora pesquisou a vida de José Alfredo (Chay Suede/Alexandre Nero) e fez um álbum com dezenas de reportagens sobre a vida do Comendador, sem que ninguém soubesse.
É através deste álbum que Cristina descobre toda a história do passado da mãe. Cora, sua tia, é quem conta o caso proibido para a sobrinha. Tudo, claro, com uma bela pitada de romantismo. Cristina fica na dúvida se é, ou não, filha de José Alfredo. Em condições “normais”, ela não teria a menor curiosidade em saber se o tal Comendador é, de fato, seu pai. Para Cristina, sua família é sua mãe, sua tia, seu irmão e seu sobrinho.
O destino, no entanto, faz com que ela mude de ideia. É em uma festa de lançamento de mais uma coleção da “Império” que Cristina (Leandra Leal) faz a revelação diante da imprensa: ela pode ser filha bastarda de um dos homens mais poderosos do país.

O cerimonialista

Todos os lançamentos da “Império” são feitos por Cláudio Bolgari (José Mayer), cerimonialista de referência no mundo dos ricos. Figura importante nas principais festas do Rio de Janeiro, ele é casado com a ex-miss Brasil Beatriz (Suzy Rêgo), com quem tem dois filhos: Enrico (Joaquim Lopes) e Bianca (Juliana Boller). Por trás desta família, há um grande segredo que Cláudio esconde de toda a sociedade e divide apenas com a mulher, Beatriz. Nem mesmo seus filhos desconfiam da vida paralela do cerimonialista.
Enrico, o mais velho, é dono de um restaurante renomado, que leva o seu nome, e estudou na melhor escola de gastronomia da Suíça. Logo após a inauguração, o local se torna rapidamente o ponto de encontro preferido dos abastados da cidade, e é lá que ele conhece Maria Clara (Andreia Horta), a filha do meio do Comendador. Já Bianca é uma menina estudiosa e aplicada. O que ninguém imagina é que por trás do seu rosto angelical, existe uma paixão disfarçada por João Lucas (Daniel Rocha), o filho mais novo de José Alfredo. De alguma forma, todos estão ligados ao Comendador.

Elenco

ALEXANDRE NERO – José Alfredo de Medeiros (Comendador)
LÍLIA CABRAL – Maria Marta Medeiros de Mendonça e Albuquerque
CAIO BLAT – José Pedro Medeiros de Mendonça e Albuquerque
ANDRÉIA HORTA – Maria Clara Medeiros de Mendonça e Albuquerque
DANIEL ROCHA AZEVEDO – João Lucas Medeiros de Mendonça e Albuquerque
LEANDRA LEAL – Cristina
DRICA MORAES – Cora
JOSÉ MAYER – Cláudio Bolgari
TATO GABUS MENDES – Severo
MARINA RUY BARBOSA – Maria Ísis
ZEZÉ POLESSA – Magnólia
PAULO BETTI – Téo Pereira
RAFAEL CARDOSO – Vicente Ferreira da Silva
MALU GALLI - Eliane
SUZY RÊGO – Beatriz Bolgari
NANDA COSTA – Tuane
MARIA RIBEIRO – Danielle
FLÁVIO GALVÃO – Reginaldo
ELIZÂNGELA – Jurema
PAULO ROCHA – Orville Neto
CRIS VIANNA – Juliane Matos
ROBERTO BOMFIM – Seu Antoninho
OTHON BASTOS – Silviano
KLEBBER TOLEDO – Leonardo
RÔMULO ARANTES NETO – Roberto
AÍLTON GRAÇA – Xana Summers
JOAQUIM LOPES – Enrico Bolgari
ROBERTO PIRILLO – Dr. Merival Porto
JULIANA BOLLER – Bianca Bolgari
RAFAEL LOSSO - Elivaldo
EROM CORDEIRO – Fernando
ANA CAROLINA DIAS – Carmem Godinho
ALEJANDRO CLAVEAUX - Josué
JÚLIA FAJARDO – Helena Abrantes
JONAS TORRES – Ismael
DANI BARROS – Lorraine
VIVIANE ARAÚJO – Naná
LETÍCIA BIRKHEUER – Érika
LUCCI FERREIRA – Antônio
JOSIE PESSOA – Eduarda
KAREN JUNQUEIRA - Fernanda
JÚLIO MACHADO – Jairo
RAVEL ANDRADE – Otoniel
JÚLIA GABY – Stephany
KÍRIA MALHEIROS – Bruna
ADRIANO ALVES – Victor

1ª fase:

CHAY SUEDE - José Alfredo
ADRIANA BIROLLI - Maria Marta
MARJORIE ESTIANO - Cora
VANESSA GIÁCOMO - Eliane
REGINALDO FARIA - Sebastião Ferreira
THIAGO MARTINS - Evaldo
REGINA DUARTE - Maria Joaquina
HUGO ESTEVES - Patrício

Chamada de elenco



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