quarta-feira, 23 de abril de 2014

São Jorge na cultura popular

São Jorge na cultura popular

  • Na música "Alma de guerreiro", de Seu Jorge, São Jorge é citado. A música é tema de abertura da telenovela Salve Jorge, de Glória Perez, que tem como tema São Jorge.
  • Existe um romance sobre São Jorge criado pelo escritor italiano Tito Casini chamado Perseguidores e Mártires (no Brasil, editado pelas Edições Paulinas, por volta de 1960). No livro, São Jorge é retratado como o verdadeiro paladino da Capadócia que, apesar de ser perseguido pelo tirano imperador Diocleciano, manteve-se fiel ao Império Romano, mas também a Cristo e se recusou a contrair alianças com o genro do imperador, Galério, que pretendia ter o apoio do conde da Capadócia para liderar um golpe contra Diocleciano, o que o santo militar recusou terminantemente.
  • A banda brasileira Angra utilizou a imagem do santo na capa do álbum Temple of Shadows.
  • Zeca Pagodinho gravou recentemente em seu álbum "Uma Prova de Amor" a música "Ogum" com uma letra com um forte apelo ao sincretismo, a oração de São Jorge é feita no trecho final da música pelo cantor e compositor Jorge Ben.
  • Moacyr Luz e Aldir Blanc fizeram em homenagem ao santo a música "Medalha de São Jorge", que foi gravada pela Cantora Maria Bethânia em 1992.
  • São Jorge é o Santo Padroeiro da Cavalaria do Exército Brasileiro e dos escoteiros.
  • Na série animada Ben 10: Supremacia Alienígena, São Jorge aparece como Sir George, o fundador da facção secreta dos Cavaleiros Eternos. O dragão derrotado por ele também aparece como o alienígena Diagon.

Lenda do dragão e da princesa----dia de SÃO JORGE♥

Lenda do dragão e da princesa

Imagem do santo localizada na Igreja de São Jorge no Centro do Rio de Janeiro
Baladas medievais contam6 que Jorge era filho de Lorde Albert de Coventry. Sua mãe morreu ao dá-lo à luz e o recém nascido Jorge foi roubado pela Dama do Bosque para que pudesse, mais tarde, fazer proezas com suas armas. O corpo de Jorge possuia três marcas: um dragão em seu peito, uma jarreira em volta de uma das pernas e uma cruz vermelho-sangue em seu braço. Ao crescer e adquirir a idade adulta, ele primeiro lutou contra os sarracenos e, depois de viajar durante muitos meses por terra e mar, foi para Sylén, uma cidade da Líbia.
Nesta cidade, Jorge encontrou um pobre eremita que lhe disse que toda a cidade estava em sofrimento, pois lá existia um enorme dragão cujo hálito venenoso podia matar toda uma cidade, e cuja pele não poderia ser perfurada nem por lança e nem por espada. O eremita lhe disse que todos os dias o dragão exigia o sacrifício de uma bela donzela e que todas as meninas da cidade haviam sido mortas, só restando a filha do rei, Sabra, que seria sacrificada no dia seguinte ou dada em casamento ao campeão que matasse o dragão.
Casamento de São Jorge e Sabra
Ao ouvir a história, Jorge ficou determinado em salvar a princesa. Ele passou a noite na cabana do eremita e quando amanheceu partiu para o vale onde o dragão morava. Ao chegar lá, viu um pequeno cortejo de mulheres lideradas por uma bela moça vestindo trajes de pura seda árabe. Era a princesa, que estava sendo conduzida pelas mulheres para o local do sacrifício. São Jorge se colocou na frente das mulheres com seu cavalo e, com bravas palavras, convenceu a princesa a voltar para casa.
O dragão, ao ver Jorge, sai de sua caverna, rosnando tão alto quanto o som de trovões. Mas Jorge não sente medo e enterra sua lança na garganta do monstro, matando-o. Como o rei do Marrocos e do Egito não queria ver sua filha casada com um cristão, envia São Jorge para a Pérsia e ordena que seus homens o matem. Jorge se livra do perigo e leva Sabra para a Inglaterra, onde se casa e vive feliz com ela até o dia de sua morte, na cidade de Coventry.
De acordo com a outra versão7 , Jorge acampou com sua armada romana próximo a Salone, na Líbia. Lá existia um gigantesco crocodilo alado que estava devorando os habitantes da cidade, que buscaram refúgio nas muralhas desta. Ninguém podia entrar ou sair da cidade, pois o enorme crocodilo alado se posicionava em frente a estas. O hálito da criatura era tão venenoso que pessoas próximas podiam morrer envenenadas. Com o intuito de manter a besta longe da cidade, a cada dia ovelhas eram oferecidas à fera até estas terminarem e logo crianças passaram a ser sacrificadas.
O sacrifício caiu então sobre a filha do rei, Sabra, uma menina de quatorze anos. Vestida como se fosse para o seu próprio casamento, a menina deixou a muralha da cidade e ficou à espera da criatura. Jorge, o tribuno, ao ficar sabendo da história, decidiu pôr fim ao episódio, montou em seu cavalo branco e foi até o reino resgatá-la, mas antes fez o rei jurar que se a trouxesse de volta, ele e todos os seus súditos se converteriam ao cristianismo. Após tal juramento, Jorge partiu atrás da princesa e do "dragão". Ao encontrar a fera, Jorge a atinge com sua lança, mas esta se despedaça ao ir de encontro à pele do monstro e, com o impacto, São Jorge cai de seu cavalo. Ao cair, ele rola o seu corpo, até uma árvore de laranjeira, onde fica protegido por ela do veneno do dragão até recuperar suas forças.
Ao ficar pronto para lutar novamente, Jorge acerta a cabeça do dragão com sua poderosa espada Ascalon. O dragão derrama então o veneno sobre ele, dividindo sua armadura em dois. Uma vez mais, Jorge busca a proteção da laranjeira e em seguida, crava sua espada sob a asa do dragão, onde não havia escamas, de modo que a besta cai muito ferida aos seus pés. Jorge amarra uma corda no pescoço da fera e a arrasta para a cidade, trazendo a princesa consigo. A princesa, conduzindo o dragão como um cordeiro, volta para a segurança das muralhas da cidade. Lá, Jorge corta a cabeça da fera na frente de todos e as pessoas de toda cidade se tornam cristãs.
O dragão (o demônio) simbolizaria a idolatria destruída com as armas da Fé. Já a donzela que o santo defendeu representaria a província da qual ele extirpou as heresias.

segunda-feira, 21 de abril de 2014

RENASCIMENTO Características do período

RENASCIMENTO



Características do período




       À medida que a sociedade vai se distanciando, se libertando do domínio da igreja, a arte, que é o reflexo dessa sociedade, consequentemente, também muda, e começa a trazer a realidade que a circunda, as pessoas que a compõem, a preocupação com o homem, ou melhor, o homem como centro das preocupações. Isso ficou conhecido como antropocentrismo.

       O Renascimento coloca o homem no centro do universo, ao contrário do teocentrismo medieval, que colocava Deus no centro do mundo. Assim, o Renascimento valoriza a razão, o culto aos valores da Antiguidade clássica e o humanismo.

      Por que Renascimento?

          A palavra renascimento significa renascer, ou seja, surgir novamente, nascer de novo, é o retorno da cultura grego-latina. Em decorrência, a arte produzida deveria se aproximar o máximo possível dessa cultura latina, pois quanto mais se aproximasse dessa cultura da antiguidade, quanto mais fiel fosse aos padrões clássicos, mais essa arte renascentista seria valorizada; isso porque a arte grego-latina era considerada como padrão legítimo a ser incorporado pelo mundo moderno de então.

      Mas, o que aconteceu durante a Idade Média, haviam se esquecido da literatura clássica?

           Não, não aconteceu o esquecimento da arte clássica, o que houve foi a cristianização dessa arte grego-latina, isto é, uma deformação, uma vez que essa cultura abarcava um conceito diferente do pregado na Idade Média. Entretanto, quando acontece o Renascimento, chega-se a conclusão que os gregos e romanos haviam atingido a mais alta realização artística.

         Então, muda se os tempos, a sociedade e os valores, em consequência, muda-se o homem, e à nova concepção de homem, dá-se o conceito de Humanismo. Aqui, o homem é valorizado como pessoa, pelo conhecimento e pela capacidade de agir no mundo, de dominá-lo.

      É como menciona Ligia Cardematori:

O Renascimento protesta contra o ascetismo medieval – ou seja, o desprezo do corpo e dos interesses não espirituais do homem -, valorizando a autodeterminação da personalidade e exaltando a natureza humana. Isso não significa, porém, que o Renascimento tenha sido incrédulo; foi, sim, anticlerical e antiascético. (CARDEMATORI, p. 18)
            As ideias tão importantes do período medieval, como: salvação, redenção e pecado, não foram esquecidas durante o Renascimento, apenas foram tratadas em segundo plano, deixou de ocupar o centro das atenções. Agora a preocupação era científica e naturalista.

            A esse respeito, declara Cardematori:

A independência da arte significa para o Renascimento independência perante a igreja. A arte liberta-se dos dogmas religiosos e prende-se à imagem científica do mundo. Isso, contudo, não significa que ela tenha se convertido em serva da ciência do mesmo modo que , na Idade Média, tinha sido serva da teologia. No Renascimento, a autonomia da arte foi preservada. (CARDEMATORI, p. 21)
             No entanto, devemos salientar outra distinção entre a arte da Idade Média e a arte produzida no Renascimento, a questão da obra para uma camada elitista, isso nunca ficou tão evidente quanto no período renascentista, uma arte extremamente antipopular, impregnada de cultura latina. Enquanto no período medieval, tivemos uma literatura popular e outra cortês; na popular – cantigas de amigo. Assim, no Renascimento, houve uma literatura elitista e excludente.

      Outra ressalva a fazer é que no Renascimento surge pela primeira vez a ideia de gênio e, isso levou à ideia de propriedade intelectual, antes, o poeta era considerado o mensageiro das mensagens divinas, em virtude disso, não era necessário pensar em propriedade intelectual, e o tema era o mais importante, em detrimento da estrutura, ao contrário do Renascimento, o qual colocou a arte como centro, principal.

      É o que aborda Cardematori:

Antes do Renascimento, as noções de autoria e originalidade não tinham lugar. Enquanto na Idade Média a obra tinha apenas o valor de objeto, sem a valorização da autoria, no Renascimento, ela passa a ser considerada, também, pela personalidade que, através dela, fala. A arte cristã medieval valia pelo significado de seu conteúdo, o tema era o fundamental; no Renascimento, dá-se um deslocamento de interesses dos elementos do tema para os elementos formais de representação; o público passa a julgar a arte não somente do ponto de vista da vida e da religião, mas também a partir do ponto de vista da própria arte. (CARDEMATORI, p. 20)
      O Brasil não teve Renascimento, mas fomos fortemente influenciados pela cultura renascentista, seja por Camões; paradgma da literatura portuguesa; seja pelos cronistas, que escreviam sobre ou do Brasil; seja pelos ensinamentos dos jesuítas.



RENASCIMENTO


O Renascimento
→ Antropocentrismo – (valorização da razão, culto aos valores da antiguidade, humanismo);

→ Cientificismo- (preocupação com a ciência, metodização da natureza, registro dos dados da experiência);

→ Elitismo – (arte produzida por e para uma elite antipopular);

→ Autonomia da arte - (independência da igreja, valorização da forma sobre o tema, surgimento da noção de autor).


REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS


CADERMATORI, Lígia. Períodos Literários. 3. ed. São Paulo: Ática, 1987.

MANEIRISMO

Maneirismo foi um estilo e um movimento artístico que se desenvolveu na Europa aproximadamente entre 1515 e 1600 como uma revisão dos valores clássicos e naturalistas prestigiados pelo Humanismo renascentista e cristalizados na Alta Renascença. O Maneirismo é mais estudado em suas manifestações na pintura, escultura e arquitetura da Itália, onde se originou, mas teve impacto também sobre as outras artes e influenciou a cultura de praticamente todas as nações europeias, deixando traços até nas suas colônias da América e no Oriente. Tem um perfil de difícil definição, mas em linhas gerais caracterizou-se pela deliberada sofisticação intelectualista, pela valorização da originalidade e das interpretações individuais, pelo dinamismo e complexidade de suas formas, e pelo artificialismo no tratamento dos seus temas, a fim de se conseguir maior emoção, elegância, poder ou tensão. É marcado pela contradição e o conflito e assumiu na vasta área em que se manifestou variadas feições.







A palavra maneirismo de “maniera”, que significa estilo, no sentido mais amplo da palavra. O maneirismo é a primeira orientação estilística que considera a relação entre o tradicional e o novo como um problema cultural que desafia a inteligência e dela demanda solução. Estilo com características específicas, dista tanto do Renascimento quanto do Barroco, constituindo-se numa tentativa de pôr em acordo a espiritualidade da Idade Média e o realismo do Renascimento. Nas artes plásticas, Tintoretto, El Greco, Bruegel são representativos dessa tendência de romper com a regularidade e com a harmonia da arte clássica, substituindo o caráter suprapessoal da obra clássica por traços subjetivos. Dissolvendo o objetivismo renascentista, o Maneirismo acentua o ponto de vista pessoal do artista e, ao mesmo tempo, a experiência pessoal daquele que fruirá a obra.

A cisão interna do artista se inicia no Maneirismo. Quando é levantada, por primeira vez, a questão do conhecimento na arte, discute-se o problema da relação desta com a natureza. Para o Renascimento, a natureza era a origem da forma artística; o Maneirismo afasta-se dessa concepção da arte como cópia, postulando que a arte cria, não segundo a natureza, mas como a natureza.

Enquanto na Idade Média as obras de arte tinham uma única interpretação considerada procedente, as grandes criações artísticas passam a receber, a partir do Maneirismo, muitas interpretações possíveis. As obras de William Shakespeare (1564-1616) e de Miguel de Cervantes (1547-1616) são exemplos disso: suas construções simbólicas são o oposto da homogeneidade clássica, cisão entre ser e parecer, Deus e o mundo. Cervantes é um bom exemplo do que seja o entendimento maneirista da vida, vacilando entre a alienação do mundo e o acomodamento racional a ele. Sua famosa personagem, Dom Quixote, é representativa dessa ambiguidade.




              
É na obra desse grande escritor espanhol que Hauser identifica os traços fundamentais do Maneirismo: a fusão do cômico e do trágico; a dupla natureza do herói, ora ridículo, ora sublime; a alusão do narrador à narrativa como sendo algo fictício; a presença do grotesco; a mescla de elementos realistas e fantásticos no relato; a união dos traços das novelas idealistas de cavalaria com traços picarescos vulgares; o convívio do diálogo cotidiano com recursos retóricos elaborados; o descuido com a execução da obra.

Do outro grande escritor maneirista, Shakespeare, observa Hauser que, apesar de existirem em sua obra elementos renascentistas e barrocos, predominam os elementos maneiristas na mescla de temas trágicos e cômico; síntese de elementos sensuais e intelectuais; na ornamentação da composição; na acentuação do ilógico, do insondável, do absurdo da vida; na concepção da teatralidade da vida; na linguagem carregada de metáforas, assonâncias e jogos de palavras.

O Maneirismo foi um estilo dirigido a um reduzido grupo de intelectuais. Quando sobreveio a Contra-Reforma, movimento de reação da Igreja Católica contra o luteranismo, ele era o estilo predominante. Porém, como não se adaptava aos objetivos da Contra-Reforma, não podendo, portanto, veiculá-la, o Maneirismo cedeu lugar ao Barroco, estilo mais popular e capaz de contribuir para a resolução dos problemas eclesiásticos de então.

A literatura brasileira não apresenta obras maneiristas. Contudo, o fato de nomes maiores da literatura ocidental, com amplo espectro na produção literária posterior a eles, como Cervantes e Shakespeare, terem sido maneirista, impõe o registro e a atenção a esse estilo.



RESUMO

MANEIRISMO

Características

 Tentativa de conciliação das heranças medieval e renascentista

 Fusão do cômico e do trágico

 Dupla natureza do herói

 Presença do grotesco

 Convívio de elementos realistas e fantásticos

REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS

CADERMATORI, Lígia. Períodos Literários. 3. ed. São Paulo: Ática, 1987.









Música: Um pouco de história

Música: Um pouco de história


Os sons produzem uma sensação física em nós.
Escutar é ser capaz de ir além do simples ouvir, é captar o sentido dos sons, perceber e compreender sua estrutura, sua forma, seu sentido, é prestar atenção e estar interessado naquilo que está ouvindo. E quanto maior o conhecimento de sons e de música, maior será nossa compreensão.
RenascimentoBarrocoAntiguidade
Idade Média
Pré-históriaRomantismoMúsicosClassicismo



Antiguidade



Renascimento



Romantismo
   




















Pré-História

A palavra música, do grego mousikê, que quer dizer "arte das musas", é uma referência à mitologia grega e sua origem não é clara. Muitos acreditam que a música já existia na pré-história e se apresentava com um caráter religioso, ritualístico em agradecimento aos deuses ou como forma de pedidos pela proteção, boa caça, entre outros. Se pensarmos que a dança aparece em pinturas rudimentares da pré-história não é difícil acreditar que a música também fazia parte dessas organizações. Nessa época podemos imaginar que muitos sons produzidos provinham, principalmente, dos movimentos corporais e sons da natureza e, assim como nas artes visuais e na dança, a música começou a ser aprimorada utilizando-se de objetos dos mais diversos. Ainda para refletirmos sobre o assunto e reforçar a teoria sobre a música na pré-história basta lembrarmos da existência de tribos indígenas que mantêm total isolamento das sociedades organizadas e vivem ainda de forma rudimentar (paradas em um período da pré-história) e que possuem rituais envolvendo a música, utilizando a percurssão corporal, a voz e objetos primários, básicos desenvolvidos para esse fim.

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Natureza do som
Áudio
Música Primitiva
Áudio
Ostinato rítmico


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Antiguidade

Muitos historiadores apontam a música na antiguidade impregnada de sentido ritualístico e como instrumento mais utilizado a voz, pois por meio dela se dava a comunicação e nessa época o sentido da música era esse, comunicar-se com os deuses e com o povo. Observamos que, na Grécia, a música funcionava como uma forma de estarem mais próximos das divindades, um caminho para a perfeição. Nessa época, a música era incorporada à dança e ao teatro, formando uma totalidade, e ao som da lira eram recitados poemas. As tragédias gregas encenadas eram inteiramente cantadas acompanhadas da lira, da cítara e de instrumentos de sopro denominados aulos. Um destaque importante na antiguidade foi Pitágoras, um grande filósofo grego que descobriu as notas e os intervalos musicais.
Já em Roma a música foi influenciada pela música grega, pelos etruscos e pela música ocidental. Os romanos utilizavam a música na guerra para sinalizar ações dos soldados e tropas e também para cantar hinos as vitórias conquistadas, também possuía um papel fundamental na religião e em rituais sagrados, assim como no Egito, onde os egípcios acreditavam na "origem divina" da música, que estava relacionada a culto aos deuses. Geralmente os instrumentos eram tocados por mulheres (chamadas sacerdotisas). Os chineses, além de usarem a música em eventos religiosos e civis tiveram uma percepção mais apurada da música e de como esse refletia sobre o povo chegando a usar a música como "identidade" ou forma de "personalizar" momentos históricos e seus imperadores.

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História da Música
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Kithara
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Flauta, alaúde e harpa
Trecho de filme
Pitágoras e a música
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Grécia Antiga


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O nome da rosa

Idade Média

Na Idade das Trevas ou Idade Média a Igreja tinha forte influência sobre os costumes e culturas dos povos em toda a Europa. Muitas restrições eram impostas e, por essa razão, observamos o predomínio do canto gregoriano ou cantochão, porém houve um grande desenvolvimento da música mesmo com o direcionamento da igreja nas produções culturais e nessa fase a música popular também merece destaque com o surgimento dos trovadores e menestreis. É importante citar, na Idade Média, Guido d'Arezzo, um monge católico que "criou a pauta de cinco linhas, na qual definiu as alturas das notas e o nome de cada uma (...). Nasciam, assim, os nomes das notas musicais que conhecemos: dó,ré, mi, fá, sol, lá e si." (LDP, p.264).



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Renascimento

Nesse período, na Europa, cresce o interesse pela música profana (que não era religiosa). A música também é trabalhada em várias melodias, porém ainda as melhores composições musicais dessa época foram feitas para as igrejas.

link para áudio sobre música no renascimento.
História da Música - Renascimento
ícone para o vídeo história cantada: renascimento
História Cantada - Renascimento

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Barroco

A música barroca foi assim designada para delimitar o período da história da música que vai do aparecimento da ópera e do oratório até a morte do compositor, maestro e instrumentista Johann Sebastian Bach. A música barroca foi muito fértil contendo elaborações, brilhantismo e imponência não vistos anteriormente na história da música, fato esse, talvez, devido à oposição aos modos gregorianos até então vigentes. A criação aflorou no período barroco e diversos gêneros musicais foram criados.
Som:
1. Castrati acesse o som
2. História da Música - Barroco acesse o som
3.Ópera acesse o som

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Classicismo

Nesse período, a música instrumental passa a ter maior destaque, adquirindo "porte", elegância e sofisticação. São sons suaves e equilibrados. Nesse período criou-se, ainda, a sonata, e os espetáculos de ópera passam a ter um brilho maior, bem como as orquestras se desenham e passam a ter grande relevância.

Link para áudio sobre a música no classicismo.
História da Música - Classicismo


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Romantismo

Diferente da música no classicismo, que buscava o equilíbrio, no romantismo a música buscava uma liberdade maior da estrutura clássica e uma expressão mais densa e viva, carregada de emoções e sentimentos. Os músicos, nessa fase, se libertam e visam, por meio da música, exprimir toda sua alma.

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Qual a relação de Chopin e o Romantismo?


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Música no século XX

Podemos dizer que, esse período, para a música, foi uma verdadeira REVOLUÇÃO. O entusiasmo foi grande, inovações, criações,novidades, tendências, gêneros musicais apareceram. Foi um período rico para a música, impulsionado pela rádio, e pelo surgimento de tecnologias para gravar, reproduzir e distribuir essa arte.
No início do século XX, o interesse por novos sons fez os compositores incorporarem uma grande quantidade de instrumentos e objetos sonoros à música. Compositores como Leroy Andersen, que compôs uma obra para máquina de escrever e orquestra, Hermeto Pascoal que criou músicas com sons produzidos por garrafas, ferramentas, conversas e grunhidos de porcos e Ottorino Respighi, que escreveu uma obra para orquestra e rouxinou intitulada "Pinheiros de Roma".
Todos os sons podem ser aproveitados em música, pois oferecem muitas possibilidades de enriquecer uma composição.

ícone com link para vídeo sobre a música no século XX.
Música no século XX


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Fonte:
www.aceav.pt/blogs/fatimasilva/
www.infoescola.com
historiadamusica.org/
www.edukbr.com.br
www.classicos.hpg.ig.com.br/
www.abemeducacaomusical.org.br
Acesso em abril de 2011. Todas as modificações posteriores são de responsabilidade dos autores da matéria.

Desenhos para Colorir de Obras de Arte

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