Contudo, a gamificação é apenas uma das variadas formas de educomunicação, mas segundo
especialistas, é a mais atraente e eficiente delas. Por essas e outras, ela não pode ser desconsiderada
nos processos modernos de ensino-aprendizagem.
Vale salientar que o sucesso da gamificação em sala de aula dependerá também da forma como você
a aplicar e de qual plataforma você utilizará. Lembre-se que quando o game é usado apenas para
entreter, sem que haja qualquer relação com o conteúdo, a estratégia é completamente ineficaz e, o
que poderia se transformar na chave para a potencialização dos resultados, acaba virando sinônimo
de tempo e recurso desperdiçados.
Não se esqueça que, para melhorar a performance dos alunos, elevar o nível de retenção do conteúdo,
reverter o quadro de indisciplina das turmas e tornar as aulas mais prazerosas e interessantes, é
necessário usar uma boa plataforma gamificada. Essa plataforma deve permitir não só a inserção
de games no contexto escolar como também possibilitar a mensuração dos resultados gerados pela
aplicação de técnicas de design e estrutura de jogos em sala de aula.
C
terça-feira, 25 de novembro de 2014
GAMIFICAÇÃO
Vale dizer que, segundo pesquisa recente feita pela Learning & Performance Brasil, a gamificação ajuda
consideravelmente na retenção o conteúdo, além de melhorar a motivação. Como se não bastasse, o
que se aprende nos games, quando bem contextualizado, se transforma em aprendizado para a vida
prática.
Os games, devido ao potencial que possuem para fazer o aluno interagir e imergir na proposta de aula,
podem abrir novos caminhos para inserir a tecnologia no ambiente escolar. Cabe dizer que, como já
sabemos, os recursos tecnológicos funcionam como um chamariz para esse novo perfil de aluno: mais
antenado, dinâmico e exigente.
É preciso ressaltar que tudo na gamificação é estimulante, incluindo a parte visual, os aspectos
lúdicos, a proposta desafiadora, o prêmio, a possibilidade de vencer, a emoção de jogar, o desejo de
se superar, etc. Sendo assim, os jogos se configuram como ferramentas importantes para a educação
moderna.
consideravelmente na retenção o conteúdo, além de melhorar a motivação. Como se não bastasse, o
que se aprende nos games, quando bem contextualizado, se transforma em aprendizado para a vida
prática.
Os games, devido ao potencial que possuem para fazer o aluno interagir e imergir na proposta de aula,
podem abrir novos caminhos para inserir a tecnologia no ambiente escolar. Cabe dizer que, como já
sabemos, os recursos tecnológicos funcionam como um chamariz para esse novo perfil de aluno: mais
antenado, dinâmico e exigente.
É preciso ressaltar que tudo na gamificação é estimulante, incluindo a parte visual, os aspectos
lúdicos, a proposta desafiadora, o prêmio, a possibilidade de vencer, a emoção de jogar, o desejo de
se superar, etc. Sendo assim, os jogos se configuram como ferramentas importantes para a educação
moderna.
5 tipos de jogos que estimularão o raciocínio lógico dos seus alunos
Os jogos são ferramentas poderosas no processo de ensino-aprendizagem, pois melhoram a autoconfiança dos alunos, aumentam a motivação, contribuem para a disciplina e ainda ajudam a desenvolver o raciocínio lógico. Vale dizer que existe uma infinidade de jogos que permitem que as crianças e adolescentes pensem de forma rápida e coerente para solucionar problemas e superar desafios. Quer conhecê-los? Confira o nosso artigo e veja como esses jogos podem ajudar seus alunos!
1. Jogos de tabuleiro
Nem todos os jogos de tabuleiro estimulam o raciocínio lógico, mas a maioria deles tem essa faceta. O Xadrez e a Dama, por exemplo, são jogos clássicos que, de fato, fazem as pessoas pensarem antes de executarem as jogadas.
Ambos possuem natureza recreativa e competitiva, mas a vertente educativa é tão forte, que muitas escolas já incluem esse tipo de jogo em suas disciplinas formais. Vale destacar que tanto o Xadrez quanto a Dama potencializam as funções cognitivas do educando, aumentando consideravelmente a inteligência lógica e a capacidade de resolver problemas. Podem ser incluídos na lista dos bons jogos de tabuleiro, o popular Resta Um, o Ludo, o Academia e até mesmo o War.
2. Sudoku: o jogo do raciocínio lógico-matemático
No mercado existem vários jogos que estimulam o raciocínio lógico-matemático, mas nenhum deles é tão famoso quanto o Sudoku. Ele é essencialmente um jogo de lógica, no qual é preciso criar e aplicar estratégias para completar os números que faltam em uma tabela 9×9.
Esse jogo é muito interessante para treinar o cérebro e ensinar o aluno a respeitar regras, além de ser uma boa alternativa para fazer com que as crianças se familiarizem com os números. Vale destacar que há o Sudoku impresso, em forma de tabuleiro, Sudoku online, etc.
3. Árcade: jogos de estratégia
Alguns jogos árcade também possuem a vertente lógica, especialmente quando é necessário criar estratégias para passar de fase. Os jogos tipo árcade apresentam uma evolução linear, mas não por isso menos desafiadora! Esses games são envolventes e em muitos casos é necessário pensar rápido para não perder o jogo.
4. Puzzle, os clássicos quebra-cabeças
Por serem ideais para desafiar as crianças e fazê-las pensar, os jogos puzzle acabam sendo muito frequentes no contexto educacional. O puzzle é um tipo de jogo de raciocínio que exige bastante concentração e foco por parte do jogador. É nessa categoria de jogo que estão os tradicionais quebra-cabeças.
5. Jogos online
Há uma série de jogos na internet inspirados nas categorias mencionadas acima. É possível encontrar dama, xadrez, quebra-cabeças e muito mais na rede. Além disso, existem inúmeros jogos virtuais educativos, bem como, plataformas gamificadas projetadas para atender diferentes faixas-etárias.
Online ou físico, o que importa mesmo é que o jogo pode enriquecer a experiência do aluno, estimular o raciocínio das crianças e adolescentes, promover a socialização e contribuir ativamente para um ensino-aprendizado lúdico e eficiente. Aposte neles!
Não deixe de ler nosso eBook gratuito sobre Ensino e Gamificação: Conheça o que há de mais moderno na didática
Como conversar com os pais sobre a indisciplina do filho?
Lidar com as indisciplinas cometidas pelos alunos é, sem sombra de dúvidas, um dos maiores desafios enfrentados cotidianamente pelos professores, sejam eles experientes ou em início de carreira. Por isso mesmo, a instituição escolar deve buscar promover uma reflexão constante acerca das estratégias pedagógicas e das próprias especificidades da gestão da sala de aula, auxiliando os professores a desempenharem melhor seu papel como educadores. Afinal, pequenas indisciplinas são comuns em um ambiente de constante aprendizado e de própria constituição da personalidade/caráter da criança.
Nesse sentido é que, entre os principais medos e dúvidas dos professores, encontra-se o momento de conversar com os pais sobre a indisciplina do filho. Isso porque parece existir uma linha bastante tênue entre o que é entendido como um comportamento a ser corrigido e uma espécie de “ofensa”. Para evitar desencontros e mal-entendidos, aqui vão algumas dicas para auxiliarem os professores a planejarem essa conversa e garantir o sucesso na relação com os pais.
Os pais devem ser entendidos como parceiros
Um dos pontos mais importantes a serem destacados na hora de conversar com os pais sobre a indisciplina do filho diz respeito à posição de diálogo a ser criada entre eles e os docentes. Por isso, é fundamental que a escola busque ferramentas para engajar a família nas atividades pedagógicas e fazê-la compreender a sua importância no processo pedagógico. Isso ajudará a eliminar a barreira entre a escola e a casa, que começam a ser entendidos como espaço complementares na formação do aluno.
Com relação ao professor, ele deve estar atento aos recursos de linguagem e a forma correta para abordar o ato de indisciplina. Se, por exemplo, ele começa uma reunião remarcando os “defeitos” do aluno, ele cria uma distância natural e uma certa antipatia com os pais, na medida em que eles podem se sentir afetivamente ofendidos. Por isso, menos que “problemas”, aponte para os “desafios comuns” a serem enfrentados para melhorar as condições de aprendizagem do estudante. Isso faz com que o pai veja o professor como um aliado e se reconheça como um parceiro, unidos para solucionar a questão.
Mantenha seus registros organizados
Outro ponto muito importante é na hora das reuniões, momento que pode gerar uma certa tensão entre os pais, e que tranquiliza na hora, é o fato de os professores trazerem os registros das atividades em sala de aula: diário de classe, relatórios de desempenho, mapa de frequência. Isso sugere acuidade por parte de professor e sedimenta seu lugar como uma fala autorizada e competente na hora de tratar da indisciplina.
Assim, por exemplo, se o aluno cometeu algum ato de violência física ou simbólica, é importante que o educador mostre para os pais o contexto daquela atitude, em que momento ocorreu. Dessa maneira, os pais podem dialogar e trazer outros elementos da vida extraclasse que auxiliam na hora de entender a indisciplina e procurar a melhor maneira resolvê-la. Além disso, quando forem conversar com o filho sobre o problema, eles terão ferramentas que possibilitarão que ele reflita que os pais sabem o que acontece no ambiente escolar e que também fazem parte do seu processo educacional.
Ferramentas de comunicação para evitar indisciplinas
Se a escola investe em ferramentas de comunicação entre pais e professores, seguramente ela terá mais condições de prever e evitar casos de indisciplina. Possuir, por exemplo, uma plataforma online de diálogo pode ser uma estratégia muito interessante. Afinal, por esse meio o educador pode mandar mensagens periódicas aos pais que, por sua vez, podem consultar dados como presença, notas, advertências etc. Isso evita surpresas na hora da reunião pedagógica e os pais podem vir mais bem preparados com perguntas, proposições etc.
Nessa hora, é muito importante que o professor se coloque como um aliado e estabeleça um contato bem prévio à reunião. Pelas plataformas de comunicação, ele pode informar aos pais com antecedência qual o conteúdo que os filhos devem estudar, que lições eles devem entregar e, sobre tudo, podem mantê-los informados sobre as dificuldades e progressos da criança.
Se você já passou por alguma situação interessante durante as conversas entre professores, pais e alunos, compartilhe com a gente e dê sua opinião!
Alunos bagunceiros? Não se desespere! Temos 5 dicas para você controlar sua turma!
Uma turma bagunceira é o pesadelo de qualquer professor. Você prepara sua aula, define suas diretrizes, sai de casa disposto e contente, mas na hora da aula nada flui. Barulho excessivo, desatenção, desinteresse ou distração com algum fator externo estão muito presentes nas classes por todo o país. E isso leva o educador a precisar rever o seu papel e buscar alternativas para conseguir passar seu conteúdo e ter seus estudantes num nível adequado de convívio e educação. Se num primeiro momento pode parecer impossível controlar dezenas de crianças ou adolescentes cheios de energia e vontade de extravasar, a boa notícia é ficar por conta de um fato: atitudes simples podem mudar, e até reverter, essa situação em seu favor. Desesperado para saber como agir nesse caso? Confira nossas dicas a seguir e controle sua classe em pouco tempo.
Mantenha a disciplina com atitudes
Crianças e adolescentes estão repletos de energia contida e loucos para extravasá-la. Por isso, com certeza eles não darão muita atenção às suas palavras se forem apenas elas. Porém, quando as atitudes deles tiverem consequências bem definidas eles ficarão mais atentos. Uma vez que você neutraliza o mau comportamento de um, os outros irão sentir-se imbuídos a também não repetir tais atos, por medo de ter igual destino.
Lembre-se contudo, que toda ação deve ser coibida com disciplina e punição, mas nunca deixe a justiça e a ponderação de lado. Atente-se também às regras da escola e às boas práticas em sala de aula antes de definir uma pena pelo mau comportamento do aluno em sala.
Conduza-os no caminho correto
Levar sua classe a cumprir regras e ter responsabilidade não é só uma boa tática para fazer a aula fluir, mas também faz parte do ato de educar. Compartilhe com eles claramente os objetivos, debatendo os rumos do processo e, sim, ouvindo suas opiniões e ponderações. Fazendo deles agentes diretos de seu aprendizado, com atitudes mais cooperativas e flexíveis nesse ponto, você mantém o respeito, a rigidez, mas sem se tornar alvo de antipatia ou inimizade.
Controle o barulho na sala de aula
É complicado controlar a bagunça e as conversas numa sala cheia, mas isso é essencial para que um mínimo de fluência ocorra na sala de aula. Se você verificar que alguns alunos perdem mais o controle e falam em excesso, vale a pena uma conversa individual com eles para explicar que há momento para isso. Isso será uma boa forma de se aproximar desse aluno que tem dado problema, permitindo também que ele exponha sua opinião sem expô-lo demais aos colegas durante sua advertência. Dessa forma, você poderá ensinar em paz e liberar vez por outra uns minutos para o bate-papo, sem prejudicar o andamento do programa de ensino.
Se for repreender algum aluno específico, faça-o individualmente
O ideal é não repreender com frequência, mantendo uma relação mais sadia o possível com seus alunos. Mas quando isso for inevitável, você deve ser duro, porém acessível, para que o aluno se sinta livre para se abrir com você, caso haja alguma dificuldade de ordem maior. Aqui o ideal é, mais uma vez, conversar individualmente, pois a repreensão em público pode, inclusive exacerbar alguma situação problemática já existente. Se preciso, procure ajuda do psicólogo da escola para lhe auxiliar com esse problema e desenvolva um planejamento para tratar este caso de forma individual.
Use a gamificação para bonificar os alunos mais comportados
Uma boa forma de estabelecer metas compartilhadas com seus alunos é através da gamificação. Com base em estratégias de jogos você pode definir um objetivo comum para a turma, assim como metas individuais. A partir dos resultados de cada aluno você pode premiá-los e criar um ranking dos “melhores alunos”. Lembre-se de premiar não apenas de acordo com performance no aprendizado, mas também em relação ao bom comportamento. Isso será um fator refreador de bagunça e será um incentivo para que todos se comportem.
Com a implementação dessas ações você perceberá uma grande diferença na hora de educar os seus alunos e controlar os momentos de falta de comportamento deles. Muitas vezes, revendo algumas atividades e conversando com alguns alunos-chave, você tornará uma turma problemática em um excelente grupo para trabalhar – e um caso de sucesso na sua carreira. Adote esses hábitos e sinta a diferença, todos só têm a ganhar!
Conte para a gente quais são as formas que você encontra para controlar sua turma bagunceira e complete nossa lista. Suas dicas serão muito valiosas também para outros mestres.
Como saber se estou exigindo demais dos alunos?
Como saber se estou exigindo demais dos alunos?
Cobrança é uma das palavras mais utilizadas no sistema de ensino e os alunos sofrem pressão para atingir cada vez notas melhores. Os professores estão diretamente ligados a este processo, não só por decisão própria, mas também porque são cobrados pelo sistema de ensino a atingir metas rigorosas, nem sempre comprometidas exatamente com o aprendizado do estudante.
Conheça agora quais os sinais aparentes quando essa situação de exigência torna-se extrema e o que é desencadeado em sua sala de aula por conta disso.
Falta participação do grupo
A pressão do sistema para fazer a criança aprender a ler e escrever cada vez mais cedo é uma forma de empurrar o ensino goela abaixo. Depois, vem os testes sucessivos para avaliar o aprendizado, pressionando mais ainda os alunos para obter boas notas, mas talvez falhando em avaliar o conteúdo aprendido.
Exigir além da conta pode limitar a criatividade e tornar os alunos pessoas menos flexíveis do que na verdade a vida está cobrando nos tempos atuais.
É claro que o sucesso acadêmico é cada vez mais cobrado por parte dos pais. Por isso, a escola fica pressionada em apresentar resultados e isso permeia para a sala de aula. Ao mesmo tempo, é papel do professor, que fica na linha de frente, em contato direto com o aluno, buscar o discernimento entre o ensino para as notas e o ensino para a vida.
Se a sala de aula tem alunos desmotivados e demonstra apatia, este é um sinal que a locomotiva está no caminho errado. A exigência em excesso cria esses sintomas, pois o estudante que não acompanha a cobrança tende a se excluir do restante do grupo e perde o foco.
Uma mudança de comportamento
Exames são uma métrica que ajuda o professor a avaliar o desempenho dos estudantes, mas quando esses testes passam da conta o efeito é prejudicial. Uma mudança de comportamento de um aluno ou vários que sempre participavam das aulas, mas de repente ficam desinteressados mostra que algo passou da conta.
A sala que antes estava focada e em silêncio, agora tem mais e mais gente inquieta, retrato de um outro sinal que representa como a pressão do professor pode ter interferido no processo de aprendizado de forma negativa e afastado a classe dos objetivos iniciados pelo professor.
Às vezes, é preciso avaliar o tempo que um conteúdo deve ser dado para fazer com que os alunos consigam acompanhar e voltarem a interagir com a matéria e com quem a ministra. É comum que cada estudante tenha um período diferente para absorver o conhecimento. O desafio é equilibrar isso em uma sala com mais de 20 jovens.
Falta de coletividade em sala
Aqui no Brasil, como via de regra, os alunos de classe média são os que passam por maior pressão em sala de aula. Esse fenômeno é identificado porque as expectativas de pais dessa faixa social criam projetos para vida dos filhos desde que eles são crianças. Sempre com foco que esses jovens precisam alcançar um trabalho com alto salário. E eles estudam em escolas que precisam atender a essas aspirações do pai e da mãe.
Assim, desde a infância, o aluno entra em uma corrida que visa apenas resultados e precisa cada vez mais de testes para medir isso. O reflexo disto é uma capacidade de solidariedade social menor e mais espírito competitivo e individualismo.
Afinal, quanto mais cegas as pessoas estão pelos próprios resultados, menos irão olhar para o companheiro do lado. Quando isso acontece com uma sociedade polarizada, como a brasileira, a repercussão é desastrosa porque perpetua uma concentração de conhecimento e riqueza.
Iniciativa zero, dependência 10
A criatividade e iniciativa própria trabalham em franco crescimento em ambientes onde a curiosidade tem mais espaço. Isso contribui para se chegar a um aluno independente e mais crítico diante do conteúdo. Nada mais que aprender a correr riscos, errar e tentar novamente.
Um ambiente de cobrança ao extremo pode levar, por sua vez, a formar estudantes muito dependentes para avançar nos estudos. Afinal, a exigência impõe limites rígidos e cria o ambiente de que o fim do processo de aprendizado é alcançar as metas e obter notas boas.
O tédio sem fim e o estresse
A pressão para atingir sempre o perfeito é algo que leva o estudante a um nível de estresse alto. Em situações mais extremas, pode causar um problema de saúde mental ou mesmo doenças mais simples, como resfriados, alergias e dor de garganta.
Fora isso, a necessidade criada de sempre perseguir metas e atender expectativas demasiadamente altas, ajuda a criar alunos mais ligados ao que os outros pedem e cobram, do que avaliar o seu eu interior para se conhecerem melhor, descobrirem os próprios gostos e se tornarem capazes para encontrar o que gostam de fazer por conta própria e se entreterem mais facilmente.
Depois de ler esses sinais, como você avalia sua classe diante desses sintomas? Verifique com os alunos a opinião deles sobre a pressão que eles precisam suportar e trabalhe assuntos ligados a esse tema. Compartilhe suas experiências com outros colegas escrevendo nos comentários.
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Talvez, até, seja hora de você usar métodos que diversificam a forma de aprender, que é o que propõe a gamificação. Experimente o método. Quer também descobrir mais sobre como motivar seus alunos? Descubra dicas valiosas nesse link.
MINHA LINDA AMIGA MARIA HELENA
Obrigada minha linda e querida amiga Fátima pela magnífica e significativa mensagem de aniversário!!! VOCÊ é realmente uma amiga especialíssima e uma mulher com muita garra e determinação, que muitas gostariam de ser. Um abraço gigante e tudo de melhor que a vida há de te propiciar...Com um carinho hiper, mega especial da amiga de hoje e sempre...
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